Senhores, que tempos estamos vivendo! Senhores.

E eu digo isso, senhores, com uma empolgação genuína a qual tentei passar quando escrevi o título desta missiva.  Sim, senhores, é o melhor tempo pra se viver o que estamos vivendo e não falo isso, pelo menos aqui nesse texto, dos aspectos pessoais da minha vida (aproveito pra digressionar: também é o melhor tempo da minha vida pessoal.  Vivo feliz.  Todos temos o hábito de achar que o tempo passado “é que era bom”.  Vejo alguns dizendo : “na nossa época, quando não tinha computador… ” Besteira!  No meu caso, que vivia em Nereste, era muito chato, o tempo não passava.  Lógico que tenho saudades do lugar e das pessoas que conheci, mas nada que duas horas por ano não resolva.  Tudo que eu passei, fui e vivi foram importantes mas… chega de digressão, tá virando filosofia).
Eu falo isso por causa dos filmes e séries de televisão que temos assistido.  São tantos que não damos conta de tudo que queremos assistir.  Pra um cara como eu que cresceu lendo (e nunca parou de ler) quadrinhos de Super Heróis, livros de ficção e fantasia, livros de guerra etc. (isso porque estou deixando a música de fora, porque senão seria covardia), é como soltar uma criança numa loja de brinquedos com a condição de ela poder pegar o que quiser.
Quando você lê, principalmente histórias em quadrinhos, você imagina aquilo como um filme, você quer ver aquilo na telona, que é o mais real que o seu personagem pode se tornar, em suma, você quer vê-lo “ganhar vida“.  Só que, quando eu era adolescente, não havia tantos filmes de super heróis por aí e os que existiam, eram toscos demais!  Em conversas na internet por aí (com pares nerds fãs de quadrinhos, um dos tipos de fãs mais chatos de que se tem notícia) vi muita gente, diante da enxurrada de filmes baseados em HQs (algumas que nem sabíamos que existiam!) fazendo sucesso estrondoso, perguntando por que eles não viram isso antes.  Por que o cinema demorou a descobrir esse lucrativo filão? Eu tenho a resposta: foi a evolução da tecnologia, e em consequência disso, a evolução dos efeitos especiais (tão necessários para se fazer um filme com personagens que podem correr mais rápido que a velocidade da luz).
Vocês, senhores, conseguem perceber isso?  Conseguem imaginar o tempo que vivemos?  Vocês tem noção, meus caros, que os livros de história registrarão este tempo, o nosso tempo, como uma era de evolução rápida, célere, selvagem?  Não?  Pois deviam.  Parafraseando um jargão quadrinhístico, é uma era de ouro!
No fundo eu já sabia disso.  No íntimo do meu ser eu já concordava, porém, foi no seriado do Flash que eu me toquei, que a empolgação tomou conta de mim.  Foi no episódio em que apareceu pela primeira vez o Gorila GroddFantástico, espetacular!  Aliás, The Flash é a melhor série de super herói que temos, e olha que temos séries muito boas.  Quando os filmes e as séries de heróis começaram a surgir, uma das reclamações dos fanáticos por quadrinhos era de que a adaptação não era fiel.  Ora, é muito mais do que isso!  As séries pegam anos (décadas) de cronologia do personagem, tiram o que é ruim e condensam o que é bom em uma linha narrativa coerente e muito mais saborosa!  E é exatamente isso que o seriado do Flash faz com maestria: pega o conceito do multiverso, que a própria DC havia descartado e abolido com  a “Crise nas Infinitas Terras” (há uma referência a isso no seriado que é um deleite pros fãs!) e reinventa, criando, desculpem o trocadilho, infinitas possibilidades! (Esse conceito de multiverso, pra quem quer saber, explicará os dois “Esquadrões Suicidas“).  E há mais.  Elas fazem sucesso também com quem não tinha familiaridade com as histórias em quadrinhos. Elas agradam a esse público (o que é fundamental!), mas pra quem é fã, as pistas, os  “easter eggs” que eles põem nos episódios dá um sabor a mais.  Eu vibro igual a um gol quando reconheço um personagem ou quando descubro algo “escondido” (uma coisa boba, mas que me diverte muito, são o logradouros das cidades terem os nomes de argumentistas e desenhistas que deixaram sua marca nos personagens, ponto pros roteiristas das séries!).
A série do Flash é tão boa, que salvou outra série, a do Arqueiro Verde (Arrow), que vinha modorrenta demais, repetitiva, porém os “crossovers” (outro jargão quadrinhístico, que significa quando um personagem “aparece” na revista ou série do outro) com o Corredor Escarlate a tornaram muito mais legal, incentivando os roteiristas do Arqueiro a se superarem.
Esses “crossovers” fizeram tanto sucesso, que os persongens que apareceram nas duas séries e que fizeram enorme sucesso (Como o Élektron, por exemplo. Aliás, Élektron pra quem lia quadrinhos, e Átomo pra quem via os desenhos da Liga da Justiça) ganharão uma nova série.  Canário Negro, Nuclear e outros também aparecerão (aguardando ansiosamente pela versão Lanterna Verde de Guy Gardner!).
E o que falar de Marvel Agents Of SHIELD, onde está tudo conectado?  Aguardem o próximo texto, senhores, no qual falarei também, entre outras coisas, de Heroes, Powers e muito mais!
P.S.: Estou ansiosa para o próximo post!
P.S.2: A pessoa quem escreve o post não é a mesma pessoa quem edita os links. =’.’=

P.S. 3: É a Lali quem edita os links ! Sugiro que você clique nos links. São muito melhores que o texto ! Rsrsrsrsrs

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