Bacalhau Espiritual

Se você gosta de bacalhau vai adorar… se não gosta, é uma boa oportunidade de apreciar o sabor e a textura de um prato delicioso, sem o compromisso de comer as postas do peixe.
Quem sempre faz um bacalhau espiritual maravilhoso na nossa família é a Tia Diva, tia e madrinha do Léo que apresenta o prato a cada Natal/Ano Novo e Páscoa.
Segundo a Tia Diva, a receita ela aprendeu com a Maria Thereza Weiss e tem esse nome porque leva pouco bacalhau em comparação com o tamanho do prato.
Fiz a minha versão e – modéstia à parte – nada ficou a dever do original.
Segue a receita:
Bacalhau Espiritual
Ingredientes:
800 grs de bacalhau muito bem demolhado
3 cenouras médias raladas
2 cebolas grandes raladas
3 dentes de alho picadinhos
100 grs de manteiga
50 grs de miolo de pão
1 xícara de leite
2 claras
sal e pimenta (a gosto)
2 colheres de sopa de queijo ralado
Para o molho béchamel:
2 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de farinha
5 xícaras de leite
sal
pimenta
noz-moscada
2 gemas
1 caixinha de creme de leite
Modo de fazer:
Tire a pele e as espinhas ao bacalhau.
Pique o bacalhau (ou desmanche na medida que tira as espinhas)
Leve as cenouras, o alho e as cebolas ao fogo baixo, com a manteiga e deixe refogar um pouco.
Junte o bacalhau e deixe cozer um pouco mais.
Junte o miolo de pão embebido no leite quente.
Mexa bem. Tempere.
Prepare o molho béchamel, tempere-o com sal, e pimenta, noz-moscada e junte as gemas, o creme de leite e as claras em neve. Misture bem e junte porção ao preparado de bacalhau.
Deite num tabuleiro untado com manteiga e enfarinhado com farinha de rosca.
Polvilhe com o queijo ralado e leve ao forno até o preparado superior se apresentar fofo e dourado.
Sirva imediatamente com batatinhas palha.
Enjoy!
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O Angra: A Cerveja Angels Cry

O Angra é uma banda de Heavy Metal sensacional, com músicos excepcionais e proficientes em seus seus instrumentos.  É melhor do que 80% (no mínimo) das bandas do estilo e isso não é pouco, pois é uma banda brasileira (e o nosso combalido país não é uma nação “roqueira”, por assim dizer).
Dito isso, tenho que Confessori (Ahahahah, não consegui resistir) que não sou lá muito fã da música da banda, à exceção de algumas poucas canções.  Esse disco, o Angels Cry, é o de estréia da banda e, nele, há o incontestável clássicoCarry On”  que é, desculpe a redundância, uma música sensacional.  Porém algumas coisas me incomodam nesse primeiro trabalho e vou citar algumas delas: as letras do André Matos sofrem de falta de imaginação e da falta de rimas, o que prejudica, na minha modesta opinião, as melodias complexas, porém agradáveis.  Tanto é que a melhor letra do álbum é “Stand Away“, escrita pelo guitarrista Rafael Bittencourt.  Outra coisa que vale a pena citar é o excesso de teclados, e, quando eles dão as caras, são extremamente maçantes, exagerados, com uma sonoridade popanos 80” que não combina com o som do grupo.  O cover de Wuthering Heights da Kate Bush fica aquém do original (que é inatingível) e desnecessário.
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Mas vamos falar da cerveja que é o que interessa!  Essa foi o Jefferson quem me deu e o mínimo que posso dizer é que foi uma excelente escolha e combinou muito bem com o Sanduíche Empingao e as batatas rústicas que a Isabela fez pra acompanharShowzaço de bola!
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Angels Cry com Empingao e Batatas Fritas
É uma Red Ale, de alta fermentação, com teor alcólico de 6,5%, de cor avermelhada (dãããããã).  Ela é bem forte mas desce bem pra caramba, é encorpada e tem bastante espuma, a qual é bem cremosa e agradável.  Ela é adocicada e é equilibrada com o amargor que qualquer cerveja tem (e deve ter, lógico).
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Não é para ser bebida geladíssima e é, como as Bock (que são Lagers, Henrique Lagers), ideal para beber em dias frios.  Porém, como no Rio de Janeiro, cidade onde moro, não existe dia frio há pelo cinco anos, eu a bebi em um dia menos calorento e harmonizou, como eu disse anteriormente, legal legal com o Empingao (não resisto às rimas, ao contrário do André Matos).
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Bom, aproveitem pois vale muito a pena.  E dêem uma chance ao CD também, pode ser que vocês gostemDave Mustaine gostou e chamou o Kiko Loureiro pra ensiná-lo a tocar guitarra lá no Megadeth.
P.S. da Lalí¹: Eu gosto de Wuthering Heights do Angra, e de Carry On, e de Stand Away. 🙂
P.S. da Lalí²: Eu não sei como categorizar este post: seria uma resenha de disco, ou uma resenha de cerveja?  Heheheh!

“O” Pudim de Chocolate

Esta é A receita dO Pudim de Chocolate
Quando eu era criança, o que a gente conhecia por pudim de chocolate nada mais era que um mingau de maisena com nescau (ou outro achocolatado) e levado a gelar.  Todo mundo adorava!
Mas a gente cresce e os paladares diversos se modificam, então começamos a procurar por sabores mais… como direi?… autênticos.  Ou seja, chocolate tem que ter gosto de chocolate.
Pra quem gosta da matéria, segue a receita:
Pudim de chocolate
Calda de açúcar
1 xícara de açúcar
1/2 xícara de água
Pudim
500ml de leite
100g de chocolate meio amargo
100g de chocolate ao leite
4 ovos
1/2 xícara de açúcar
Numa panela, juntar o leite e o chocolate.  Levar ao fogo alto até derreter. Não é em banho-maria. Direto no fogo.
No liquidificador, bater os ovos e o açúcar.  Com o liquidificador ainda ligado, despejar o chocolate derretido com o leite com chocolate ainda quente, ate misturar bem.
Deitar a mistura na forma caramelizada e levar ao forno em banho-maria, por aproximadamente 45 minutos.
Enjoy!IMG_20160315_194949771