Ateliê & Estúdio

Quem nos conhece, aos Coelho Machado, sabe que somos chegados a todo tipo de manifestação artística… Música, Cinema, Fotografia, Pintura…

Por esse motivo, resolvemos organizar nossa produção montando um pequeno ateliê & estúdio.  A gente já fazia telas, ecobags, máscaras, camisetas e outras artes super personalizadas que os amigos e a família pediam e que vocês acompanham pelo Coelho Machado Artes no Facebook.   Agora lançamos as lindas bonecas feitas a mão, com muito carinho e cuidado, para que sejam bonitas e seguras nas brincadeiras de crianças de todas as idades.  Conheça a coleção clicando aqui.

Aguardem, pois muitas novidades ainda vêm por aí!

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A Bravata Weizenbier

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Minha querida Valéria chegou lá em casa como de costume e disse que tinha uma surpresa pra mim.  Quem não ­gosta de surpresas, não é mesmo?  Fique ansioso como uma criança e ela, fazendo aquele costumeiro suspense de quem é portador ­de boas notícias, trouxe-me não uma, mas duas, garrafas da sensacional cerveja artesanal Bravata Weizenbi­er.  Foi um presente da sua amiga, a Luciana, e a cerveja é fabricada artesanalmente pelo marido dela, o Fábio Reis.  Contatos no final do post. ­

Você leu o parágrafo ­anterior, não leu?  Pois bem, se a resposta for positiva, você ­verá que eu já dei um adjetivo para a cerveja.  E qual foi, Hein?  Hein? Acertou em ­cheio e sem colar! Isso mesmo, Sensacional! A cerveja é muito boa, muito mesmo e vale muito a pena. Confesso que tinha um preconceito (bobo, eu diria) com cervejas não filtradas até a Lal­i começar a comprar cerveja pra mim, mas, ­felizmente, percebi que era besteira e a Bravata Weizenbier é um excelente exemplo disso. ­

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Eu as abri pra ver um jogo do Fluminense contra o Santos e, enquanto eu as degustava, o Tricolor vencia.  ­Depois que acabei de ­tomar, bem geladinhas as duas, o Santos virou o jogo.  Mas acho ­que isso não tem muita relação com a cerveja não, acho que é mais porque esse time do Flu é muito ruim e ­me faz passar raiva.  ­Digressionei, vamos ao que interessa.

­Ela vem numa garrafa ­de 600 ml, num rótulo bem bonito de muito ­bom gosto e com todas as informações que você precisa.  Tem 4,5%­ de teor alcoólico, mas parece que é mais, ­e isso, vindo de minha parte, é um tremendo elogio.  Como o nome já entrega, é cerveja de trigo e tem um odor muito gostoso e mais forte que as Weiz­enbiers tradicionais,­ aliás, sua coloração também é de um amarelo mais dourado escuro, mas, com certeza é­ por ela não ser filtrada. ­

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Vale muito a pena experimentar. Você não vai se arrepender!  E aproveito este espaço para agradecer de coração ao Fábio e à Luciana e, como prometi, seguem os contatos para você ­adquiri-la.

Facebook: ­https://www.facebook.­com/bravatacervejarte­sanal/

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Bacalhau Espiritual

Se você gosta de bacalhau vai adorar… se não gosta, é uma boa oportunidade de apreciar o sabor e a textura de um prato delicioso, sem o compromisso de comer as postas do peixe.
Quem sempre faz um bacalhau espiritual maravilhoso na nossa família é a Tia Diva, tia e madrinha do Léo que apresenta o prato a cada Natal/Ano Novo e Páscoa.
Segundo a Tia Diva, a receita ela aprendeu com a Maria Thereza Weiss e tem esse nome porque leva pouco bacalhau em comparação com o tamanho do prato.
Fiz a minha versão e – modéstia à parte – nada ficou a dever do original.
Segue a receita:
Bacalhau Espiritual
Ingredientes:
800 grs de bacalhau muito bem demolhado
3 cenouras médias raladas
2 cebolas grandes raladas
3 dentes de alho picadinhos
100 grs de manteiga
50 grs de miolo de pão
1 xícara de leite
2 claras
sal e pimenta (a gosto)
2 colheres de sopa de queijo ralado
Para o molho béchamel:
2 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de farinha
5 xícaras de leite
sal
pimenta
noz-moscada
2 gemas
1 caixinha de creme de leite
Modo de fazer:
Tire a pele e as espinhas ao bacalhau.
Pique o bacalhau (ou desmanche na medida que tira as espinhas)
Leve as cenouras, o alho e as cebolas ao fogo baixo, com a manteiga e deixe refogar um pouco.
Junte o bacalhau e deixe cozer um pouco mais.
Junte o miolo de pão embebido no leite quente.
Mexa bem. Tempere.
Prepare o molho béchamel, tempere-o com sal, e pimenta, noz-moscada e junte as gemas, o creme de leite e as claras em neve. Misture bem e junte porção ao preparado de bacalhau.
Deite num tabuleiro untado com manteiga e enfarinhado com farinha de rosca.
Polvilhe com o queijo ralado e leve ao forno até o preparado superior se apresentar fofo e dourado.
Sirva imediatamente com batatinhas palha.
Enjoy!
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Oh! Minas – A caixinha cheia de uais, sô.

Há um tempo atrás eu assinava as famosas caixinhas de beleza.  Começando pela revolucionária Glossy Box, seguida de outras caxinhas do mesmo tipo, a Beauty Box, a Blush Box, a Glam Box… e assim várias box por diante.  Mas, o que raio é essa caixinha?  Bão… a parada consiste no seguinte: A empresa tem contato com vários fornecedores diferentes, e, todo mês, eles enviam para sua residência uma caixa surpresa com ítens desses fornecedores.  No caso das caixinhas de beleza, vinha um esmalte da marca X, mais um hidratante da marca Y… normalmente 5 ítens por mês, mediante assinatura com valor fixo.  Algumas caixinhas cobravam frete, além do valor da assinatura.

Bem, essa moda passou, diminuiu bastante, não existe mais Glossy Box no Brasil, a Blush Box (que era a melhor, na minha opinião) também acabou, e por aí vai.  Eu parei com as assinaturas antes do fim das caixinhas, e parei de receber as novidades de beleza do mundo. Hahaha.

Bem, acontece que, há cerca de 3 meses estava eu googleando algo para o trabalho, sim, trabalhando eu achei essa parada, me apareceu um site, onde a proposta da empresa era a mesma das caixinhas que eu comprava há tantos anos, porém, o teor era completamente diferente.  Eu encontrei a Oh! Minas

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Só que eles não chamam de caixinha, eles chamam de Cesta, que é mais chique!  E não vem cosméticos, vem artigos da culinária mineira.  Aí eu gamei, né?

Eu assinei a Cesta Delícias de Minas, que propõe chegar na sua casa todo mês com: uma bebida alcoólica, um tira-gosto, um tempero e um doce tipicamente mineiro.  E de quebra ainda acompanha um artesanatinho lindinho.  Bem, assinatura feita: paguei e esperei.

Fato é que eu já sou fã das guloseimas que vem de Minas Gerais, no geral mesmo.  Fiquei mais apaixonada ainda de receber todo mês isso na minha casa.  Chegou minha primeira caixinha!

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Veio um pacote de batata tipo chips (aquela da onda) artesanal, natural e gostosa pra caramba.  Por não conter conservantes, a batata tem um tempo de vida mais curto do que as industrializadas, então eu tive de comer todas elas logo…  Ai, que chato!

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Batata Natural Delícia – 200g sem ar

Veio um molho de pimenta que eu ainda não tive coragem de experimentar.  Eu gosto de pimenta, mas pouca… não sou de comer muita pimenta ardida, então já viu… bateu um medinho dela!  Mas o cheiro e a cor são maravilhosos.

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Molho Dona Santa com Pimenta Forte – que deve arder até os olhos

Veio uma caixinha com goiabada cascão que eu ainda não abri também, pq a caixinha é muito linda e eu estou com pena.  Mas já se encontra em cárcere privado na casa dos meus pais para que possamos comer juntos assim que possível! (Possamos assim que possível) Hehehehe.

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Goiabada Cascão – Industria de Polpas e Doces São Gonçalo Ltda.

Por último, mas não menos importante, a cachaça mais bonita que eu já vi.  Fiquei apaixonada pela cor e textura do líquido ainda dentro da garrafa.

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Cachaça Lua Nova – 45% de pura beleza alcoólica

Veio também um marcador de página, lindo, feito de babu, pirografado Belo Horizonte com a Igreja da Pampulha em riscos.  Simplesmente lindo, mas eu esqueci de fotografar para pôr no post.  Fico devendo.

Eu adorei tudo, e, embora não tenha tirado fotos das outras 2 caixinhas que já recebi, posso dizer que amei as coisas que vieram, dentre elas, já recebi Molho de Jabuticaba Picante (diliça), Biscoito de Polvilho e o Lombo defumado com provolone (diliça mor), que foram os meus preferidos.  Além dos artesanatinhos que vem sempre, já vieram chaveiros, mexedores de bebidas…

O que posso dizer é que continuo assinando a Cesta, e continuo tendo gratíssimas surpresas todo mês!

Já posso deixar uma receita básica com um dos ítens:

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Lombo Defumado com Queijo Provolone – Prata

Fatie bem fininho o lombo com provolone à gosto, pegue um (ou mais) pão suíço, coloque manteiga caseira, lombo, e coma.  Coma muito!

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Cuscuz

Como fazer o cuscuz caseiro perfeito… A meu gosto, claro!!

Primeiro vamos esclarecer que estou falando de cuscuz doce, feito de tapioca e coco. Existe outro prato chamado de cuscuz paulista, feito de farinha de milho, sardinha, palmito e temperos que também é delicioso, mas é uma coisa completamente diferente.

Voltando ao doce…
Você precisa de tapioca. Não pode ser a tapioca de beiju (aquela que se compra com leite condensado ou recheios salgados, que parece um taco), porque ela é muito fina e não apropriada pro negócio – Na verdade é outro produto.  Não faça com a de supermercado (yoki, granfino, etc) porque fica muito ruim.

Então o quê e onde comprar? Compre tapioca flocada. Na feira, na barraca que vende beiju, muitas vezes vende a tapioca de fazer cuscuz. Se não encontrar, vá na loja Tapiocas das Meninas, no pavilhão de São Cristóvão que lá, com certeza tem.

Lembro que estamos falando da Cidade do Rio de Janeiro, ok?

Ou peça pra Tati, porque o Ville traz da Bahia (êêêêê!!!).  Muito obrigada, seus lindos!!!
Essa sim é “A” Tapioca. A do Pavilhão é muito boa, mas essa da Bahia é sen-sa-ci-o-nal.

Como fazer:
Coloque meio quilo de tapioca numa travessa grande tipo marinex com duas xícaras de açúcar e uma pitada de sal. Misture bem.
À parte, leve ao fogo um litro de água com meio litro de leite de coco e cem gramas (aproximadamente) de coco fresco ralado. Não use coco seco, senão não fica perfeito.
Quando a água com leite de coco e coco fresco ferver, despeje sobre a tapioca com açúcar e misture bem. Os líquidos começarão a ser absorvidos e a delícia tá quase pronta. Cubra com filme plástico, tendo o cuidado de fazer uns furinhos pro ar quente sair. Quando a travessa estiver morna, leve à geladeira.

Pode comer com leite condensado ou sem.

A receita não leva leite de vaca nem derivados, então pode ser consumida por alérgicos a proteína bovina e/ou intolerantes a lactose. E se trocar o açúcar por adoçante culinário, pode ser consumida por diabéticos. E tem mais, gente, tapioca tá na moda, porque não tem glúten!! E os celíacos podem consumir 😀

Enjoy!

Duas Way Beer

Este texto é intrinsecamente ligado à insônia, donde chegamos à terrível conclusão que a falta de sono pode ser produtiva.  Não que o produto final seja alguma coisa de qualidade (ou algo que minimamente preste), longe disso.  Tem gente que cozinha, pinta, lava banheiro e, literalmente, faz arte entre outras coisas.  Não, não pense besteira, mente suja, não foi isso que eu quis dizer.
Mas foram os Vingadores: Sim, a culpa é deles!  Que filmaço essa segunda aventura cinematográfica dos Maiores Heróis da Terra!  Um deleite pra um que, como eu, é de longa data, e que assitia os desenhos “desanimados” da Marvel no programa vespertino do Capitão Aza.  Lembra do Thor“Onde o Arco Íris é ponte!  Onde vivem os imortais…” Digressiono e emociono.
Mas eu vim aqui falar de cerveja.  O propósito é falar da Way Beer, uma cervejaria artesanal (mais uma nacional!) do Paraná, que faz cervejas incríveis e tem garrafinhas de 310ml padronizadas, onde os rótulos são impressos diretamente no casco e dá pra diferenciar uma da outra pela cor.  Eles fazem cervejas características de outros países, mas com o toque brasileiro.  Vou falar aqui de duas delas: a American Pale Ale e a Cream Porter.  Mas antes, eu me lembrei de uma coisa, que tenho que falar, pois é a mais famosa delas: “Tony Stark tira onda, que é cientista espacial…”  Não tem como errar, é o Homem de Ferro!
A Way Beer American Pale Ale
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Essa é a do rótulo verde (verde? Te lembrou alguma coisa? “Pobre Bruce Banner, por lindo cano entrou, exposto a raios gama…”).  A American Pale Ale é uma cerveja do tipo americana (dãããã) mais clara que as Pale Ale tradicionais, porém de alta fermentação.  Seu teor alcóolico de 5,2% faz com que ela seja um pouco mais forte do que as tradicionais pilsen de fabricação em massa, porém parece muito mais forte.  Talvez porque ela me pareceu um pouco mais “seca“, ou seja, você não percebe muito da água no líquido difícil à beça descrever paladar, mas eu, teimoso, tento assim mesmo).  A cor dela é linda, bem alaranjada e de aspecto bem leve.  Aliás, creio que seu alaranjado deva ser porque você sente, mesmo que de leve, alguma fruta cítrica que não consegui identificar precisamente, (que não é limão nem laranja) depois que a bebe.  Ela é muito gostosa, é amarga na medida certinha, dá pra beber bem gelada e dá pra beber uma atrás da outra.  Recomendo pra quem gosta de Pale Ale.
A Way Beer Cream Porter
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O rótulo é azul, e quando falamos de super herói azul lembramos do… (não, o Superman é da DC!) Isso mesmo, dele!  “O Capitão América é um grande lutador e contra o inimigo…”. Como diz seu nome, é uma cerveja tipo Porter que, apesar de escura, não se deva confundir com as Stout (Guinness, por exemplo).  As Porter são da Inglaterra e são mais leves e suaves (menos teor alcólico) que as Stout. Essa tem o teor alcoólico de 5,6%, como já disse, a cor é escura, bem encorpada e é bem cremosa o que, no meu caso, é um diferencial importante.  Ela é muito boa e o sabor dela é uma mistura de café com chocolate, com o sabor de café mais pronunciado (espero, do fundo do coração, não estar ficando pedante!).  Também você não sente a água no seu paladar (Água?, quem lembra do… “Ele é Rei dos mares. Meio peixe…”). Essa cerveja é pra apreciar e não pra beber muitas, acredito que, no máximo três garrafas de 310ml.  Muito legal.

Batatas com linguiça e Bolinhos de arroz ao forno

Pessoal, tudo muito prático hoje:

Linguiça Assada com batata e legumes 

6 gomos de linguiça cortada em 3 ou 4 partes (usei linguiça de pernil aperitivo, sem a tripa)
2 tomates sem pele picados
3 batatas médias em fatias de 1cm
1 abobrinha em rodelas de 1cm (substituí por mais uma cebola)
1 cebola média em fatias de 1cm
azeitonas verdes a gosto
4 fatias de bacon picadas
2 dentes de alho amassados (usei 4 partidos ao meio)
sal e pimenta do reino a gosto (não uso pimenta do reino, substituí por páprica picante)
cheiro verde a gosto
orégano a gosto
azeite a gosto

Numa assadeira ou refratário, coloque os tomates, batatas, abobrinha, cebola, alho, azeitonas, bacon e cheiro verde. Tempere com orégano, sal e pimenta do reino, lembrando que o bacon e linguiça também têm sal. Misture tudo muito bem e por cima, distribua a linguiça. Regue com um bom fio de azeite e cubra com folha de alumínio.
Leve para assar em forno pré-aquecido a 200˚C por 40~50 minutos ou até as batatas ficarem macias. Depois tire o alumínio e deixe mais alguns minutos até ficar douradinho.

Aqui em casa levou uma hora pra ficar pronto.  Depois que coloquei essa travessa no forno, comecei a fazer os bolinhos de arroz:

2 xícaras de arroz cozido “restô-d’onté”

4 colheres de sopa de leite

2 ovos

6 colheres de sopa de farinha de trigo

cheiro-verde picado

1/2 colher de fermento em pó

100g parmesão ralado

100g muçarela em cubos (não tinha: usei queijo de coalho)

orégano e sal a gosto.

Num recipiente, coloque os ovos, o leite, o queijo ralado, o orégano e o sal, misture bem e acrescente o arroz e a farinha de trigo.  Misture bem.  Modele os bolinhos e ajeite numa travessa untada com azeite.  Deu um pouco de trabalho porque gruda nas mãos, mas dá pra concluir a tarefa.  O queijo em cubos que sobrou, coloquei em cima de alguns bolinhos pra enfeitar.

Coloque a travessa dos bolinhos de arroz no forno, aproveitando que tá fazendo as batatas com linguiça.  Aqui eles terminaram de assar juntos.  Levou cerca de meia hora no forno.
Delícias!!
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Enjoy!

Cozinhando em casa… sempre!

Tenho feito umas receitas inspiradas em blogs e dicas de internet. Ontem o prato ficou tão sensacional que me empolguei e resolvi postar pra vocês essas delícias.

Torta de limão tradicional
(Pâte sucrèe, lemon curd e merengue)
Receita de Torta de limão com merengue, do Victor Hugo, do #pratofundo.
Não vou repostar a receita, porque fiz do jeitinho que ele ensina. Somente utilizei o merengue francês com algumas raspas e gotas de suco de limão, ao invés do suíço.

Seguem as fotos da obra 😀

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Lemon curd cozido, aguardando pra forrar a torta

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Massa da torta pré-assada, coberta com o curd.  Vai voltar pro forno.

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A torta após completamente assada.  O recheio fica mais firme e a borda visivelmente assada, já soltando um pouco da forma.

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Cobrindo o curd com o merengue.  Não uso bico de confeitar: coloco o merengue em grandes colheradas e vou ajeitando.

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Depois de completamente cobertas as tortas, a gente queima o merengue com maçarico, pra ficar douradinho.  Se não tiver maçarico, leve ao forno bem quente e fique vigiando.  Vai corar o merengue e fica delicioso do mesmo jeito.

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Torta queimadinha 🙂

Com a sobra de massa, fiz pequenas tortas e assei completamente, do mesmo jeito, com o feijão dentro, antes de rechear.
Após esfriar, coloquei morangos, um tiquinho de açúcar, crème patissiére e merengue.

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Base das tortinhas completamente assadas.

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Tortinhas com os morangos, um pouquinho de açúcar e cobertas com o creme de confeiteiro.

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Creme de confeiteiro
1 litro de leite
1 lata de leite condensado
2 gemas

4 colheres de sopa de amido de milho

Baunilha (extrato ou fava, por favor) – opcional
Raspas de limão
Junte os ingredientes numa panela fria, fora da chama, com o cuidado de dissolver bem o amido. Após dissolver, é só levar ao fogo até engrossar. Deixe esfriar para utilizar.

Vejam como ficam as tortinhas por dentro:

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E a torta grande:

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Lindona, né? E uma delícia!!
Vai daí que dei cabo da massa que sobrou, mas restou creme de confeiteiro… oh, dó!

A gente tem uns copinhos de cachaça aqui, lindinhos e eu tinha uns morangos em calda feitos em casa, então coloquei em cada copinho um pouco de morango com calda, o creme de confeiteiro e mais um pouquinho de calda… voilá! Flã de baunilha com calda de morango 😀 (ou chame-o como quiser).

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Morangos em calda
Morangos limpos, lavados, escorridos, sem o cabinho verde
Açúcar
2 cravos
50ml vinho tinto

Leve todos os ingrediente ao fogo numa panela antiaderente, de preferência e mexa de vez em quando. A calda vai engrossar um pouco e as frutas vão ficar cozidas, mas não desmanchadas. Delícia!!

Enjoy!

A Clausthaler Lemon e a Cidade Imperial Helles Munchen

Vocês devem estar curiosos, com uma pulga atrás da orelha.  A pergunta que não quer calar é: Por que ele tá resenhando duas cervejas tão diferentes num único post?  Vou dar algumas respostas e vocês escolhem uma, combinado?
1- Eu tomei as duas no mesmo dia;
2- Não regras neste blog;
3- O post é meu;
4- Porque eu quero;
5- Porque eu posso.
Tá bom pra você?

 

A Clausthaler Lemon

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Não tem jeito melhor de começar a resenha desta cerveja do que recorrendo a um clichê: Não se pode ganhar todas! Mas mesmo assim ainda estamos no lucro, nossa proporção de cervejas boas, ótimas e excelentes dá de lavada! A Lali, quando a escolheu, deixou passar que essa é uma cerveja sem álcool e eu não gosto nem um pouco de cerveja sem álcool.  Na minha modesta opinião um componente de importância fundamental em uma cerveja é sabor que o álcool deixa, é o teor alcoólico.  Sem esse sabor, eu não posso chamar de cerveja. Mas isso é opinião pessoal.
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No caso particular dessa Clausthaler, ainda há um agravante: o sabor de limão é acentuadíssimo, deixando os outros sabores totalmente apagados, ou seja, pra eu não me alongar muito, vou resumir em poucas palavras: parece refrigerante sabor limão.  Não recomendo nem pra quem curte cerveja sem álcool.
Me sentindo um pouco frustrado, fui beber a

 

Helles Munchen, da Cidade Imperial

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Que surpresa!  Que cerveja sensacional!  Essa foi uma cerveja que compramos na nossa última visita à Petrópolis e é fabricada pela Cervejaria Cidade Imperial que fica na própria cidade.  No site da Cervejaria, diz que ela é feita com a água de Petrópolis (sério?  Rsrsrsrs) e com “conceitos da Lei de Pureza Alemã” *, seja lá o que isso for.
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Mas o que importa é que ela é muito gostosa e o prazer de bebê-la foi imenso!  (será que a frustração com a Clausthaler Lemon, teve efeito psicológico no sabor? Vai saber…)
Seu estilo é alemão (Helles, dããããã), com cor amarelo escuro (quase dourado), sem muita espuma.  O sabor é excelente (se você chegou até aqui, você já tinha deduzido, não é mesmo?), leve, não muito amarga e sem muita acidez, dá pra beber várias uma atrás da outra.  Teor alcólico de 5%, você quase não sente o álcool na hora que está bebendo, só depois (fator que é meu preferido, em particular).
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Mas o mais legal dessa cerveja foi que, por sua aparência e seu gosto, você tem a nítida percepção de uma cerveja artesanal, ou seja, “feita em casa“.  Sabe aquela comidinha caseira que tem um sabor especial, por mais que você coma nos mais conceituados restaurantes?  Pois é, analogamente, isso acontece com essa cerveja.
Recomendo muito.  Com certeza tomarei outra(s), quem sabe acompanhado de uma Guioza feita pela Lali (nunca comi, apesar dela ter prometido) ou com o porquinho show de bola da Isabela.  Ótimas pedidas !

 

P.S.: Foi feito tudo num post só pra não falar só de cerveja ruim, né não?!
*Lei de Pureza Alemã, a Reingeitsgebot.  Texto da Wikipedia e o texto do site Brejas.com.br