Bacalhau Espiritual

Se você gosta de bacalhau vai adorar… se não gosta, é uma boa oportunidade de apreciar o sabor e a textura de um prato delicioso, sem o compromisso de comer as postas do peixe.
Quem sempre faz um bacalhau espiritual maravilhoso na nossa família é a Tia Diva, tia e madrinha do Léo que apresenta o prato a cada Natal/Ano Novo e Páscoa.
Segundo a Tia Diva, a receita ela aprendeu com a Maria Thereza Weiss e tem esse nome porque leva pouco bacalhau em comparação com o tamanho do prato.
Fiz a minha versão e – modéstia à parte – nada ficou a dever do original.
Segue a receita:
Bacalhau Espiritual
Ingredientes:
800 grs de bacalhau muito bem demolhado
3 cenouras médias raladas
2 cebolas grandes raladas
3 dentes de alho picadinhos
100 grs de manteiga
50 grs de miolo de pão
1 xícara de leite
2 claras
sal e pimenta (a gosto)
2 colheres de sopa de queijo ralado
Para o molho béchamel:
2 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de farinha
5 xícaras de leite
sal
pimenta
noz-moscada
2 gemas
1 caixinha de creme de leite
Modo de fazer:
Tire a pele e as espinhas ao bacalhau.
Pique o bacalhau (ou desmanche na medida que tira as espinhas)
Leve as cenouras, o alho e as cebolas ao fogo baixo, com a manteiga e deixe refogar um pouco.
Junte o bacalhau e deixe cozer um pouco mais.
Junte o miolo de pão embebido no leite quente.
Mexa bem. Tempere.
Prepare o molho béchamel, tempere-o com sal, e pimenta, noz-moscada e junte as gemas, o creme de leite e as claras em neve. Misture bem e junte porção ao preparado de bacalhau.
Deite num tabuleiro untado com manteiga e enfarinhado com farinha de rosca.
Polvilhe com o queijo ralado e leve ao forno até o preparado superior se apresentar fofo e dourado.
Sirva imediatamente com batatinhas palha.
Enjoy!
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O Angra: A Cerveja Angels Cry

O Angra é uma banda de Heavy Metal sensacional, com músicos excepcionais e proficientes em seus seus instrumentos.  É melhor do que 80% (no mínimo) das bandas do estilo e isso não é pouco, pois é uma banda brasileira (e o nosso combalido país não é uma nação “roqueira”, por assim dizer).
Dito isso, tenho que Confessori (Ahahahah, não consegui resistir) que não sou lá muito fã da música da banda, à exceção de algumas poucas canções.  Esse disco, o Angels Cry, é o de estréia da banda e, nele, há o incontestável clássicoCarry On”  que é, desculpe a redundância, uma música sensacional.  Porém algumas coisas me incomodam nesse primeiro trabalho e vou citar algumas delas: as letras do André Matos sofrem de falta de imaginação e da falta de rimas, o que prejudica, na minha modesta opinião, as melodias complexas, porém agradáveis.  Tanto é que a melhor letra do álbum é “Stand Away“, escrita pelo guitarrista Rafael Bittencourt.  Outra coisa que vale a pena citar é o excesso de teclados, e, quando eles dão as caras, são extremamente maçantes, exagerados, com uma sonoridade popanos 80” que não combina com o som do grupo.  O cover de Wuthering Heights da Kate Bush fica aquém do original (que é inatingível) e desnecessário.
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Mas vamos falar da cerveja que é o que interessa!  Essa foi o Jefferson quem me deu e o mínimo que posso dizer é que foi uma excelente escolha e combinou muito bem com o Sanduíche Empingao e as batatas rústicas que a Isabela fez pra acompanharShowzaço de bola!
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Angels Cry com Empingao e Batatas Fritas
É uma Red Ale, de alta fermentação, com teor alcólico de 6,5%, de cor avermelhada (dãããããã).  Ela é bem forte mas desce bem pra caramba, é encorpada e tem bastante espuma, a qual é bem cremosa e agradável.  Ela é adocicada e é equilibrada com o amargor que qualquer cerveja tem (e deve ter, lógico).
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Não é para ser bebida geladíssima e é, como as Bock (que são Lagers, Henrique Lagers), ideal para beber em dias frios.  Porém, como no Rio de Janeiro, cidade onde moro, não existe dia frio há pelo cinco anos, eu a bebi em um dia menos calorento e harmonizou, como eu disse anteriormente, legal legal com o Empingao (não resisto às rimas, ao contrário do André Matos).
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Bom, aproveitem pois vale muito a pena.  E dêem uma chance ao CD também, pode ser que vocês gostemDave Mustaine gostou e chamou o Kiko Loureiro pra ensiná-lo a tocar guitarra lá no Megadeth.
P.S. da Lalí¹: Eu gosto de Wuthering Heights do Angra, e de Carry On, e de Stand Away. 🙂
P.S. da Lalí²: Eu não sei como categorizar este post: seria uma resenha de disco, ou uma resenha de cerveja?  Heheheh!

“O” Pudim de Chocolate

Esta é A receita dO Pudim de Chocolate
Quando eu era criança, o que a gente conhecia por pudim de chocolate nada mais era que um mingau de maisena com nescau (ou outro achocolatado) e levado a gelar.  Todo mundo adorava!
Mas a gente cresce e os paladares diversos se modificam, então começamos a procurar por sabores mais… como direi?… autênticos.  Ou seja, chocolate tem que ter gosto de chocolate.
Pra quem gosta da matéria, segue a receita:
Pudim de chocolate
Calda de açúcar
1 xícara de açúcar
1/2 xícara de água
Pudim
500ml de leite
100g de chocolate meio amargo
100g de chocolate ao leite
4 ovos
1/2 xícara de açúcar
Numa panela, juntar o leite e o chocolate.  Levar ao fogo alto até derreter. Não é em banho-maria. Direto no fogo.
No liquidificador, bater os ovos e o açúcar.  Com o liquidificador ainda ligado, despejar o chocolate derretido com o leite com chocolate ainda quente, ate misturar bem.
Deitar a mistura na forma caramelizada e levar ao forno em banho-maria, por aproximadamente 45 minutos.
Enjoy!IMG_20160315_194949771

A Pilsner Urquell

Tenho andado afastado deste blog por conta da correria do dia a dia e, consequentemente, falta tempo para escrever (problema esse que acomete mais de meio mundo, acredito eu).  Este texto, por exemplo, já comecei e parei mais vezes do que eu posso contar.  Se você estiver lendo-o neste minuto, foi porque eu acabei de escrevê-lo.  Mas, como diria Leozinho, chega de blá, blá, blá.
Essa eu ganhei da Lalí já tem tempo, porém, eu estava guardando pra uma ocasião especial e essa ocasião apareceu no Natal de 2015.  Porque era especial?  Porque, meu caro amigo, essa é a primeira Pilsen (da cidade Tchecoslovaca de mesmo nome) da história do planeta Terra!  É como se fosse a Action Comics 01 das cervejas!  Você não tem ideia!
E, pra minha sorte (ou competência de quem escolhe minhas cervas, né Lalí? Né Isabela?), teve uma história por trás dela.  Tentarei narrá-la brevemente.
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Coloquei a cerveja no copo, fiz o ritual de sempre e, quando dei a primeira golada, não era extamente o que eu estava esperando.  Era muito melhor, sem sombra de dúvida, e me deixou surpreso.  Eu esperava uma Pilsen, como as cervejas de fabricação em massa (weapons of mass destruction), que continuam a dominar o mercado nacional de cervejas, mas o que eu experimentei foi uma coisa muito mais sublime, bem mais amarga (e isso é elogio) e deliciosa do que eu esperava e combinou muito bem com o clima festivo e alegre de todos aqui em casa (família!) em mais um natal feliz (ganhei Las Mafiosas da Três Lobos!) e inesquecível.
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Ela não fez muita espuma e a que fez não durou muito.  Sim, eu fiquei olhando antes de tomar porque a cor dela é incrível e o cheiro melhor ainda.  Ela é mais escura que as cervejas de fabricação em massa.  Como eu disse anteriormente, ele é amarga, porém muito refescante e, para sentir o sabor em sua plenitute, não beba geladíssima.  Pra resumir: é a cerveja referência, ou seja, é a partir dela que você vai fabricar outras variedades do precioso líquido.  A Receita-Mãe.
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Mas o que eu descobri depois, e essa é a história por trás da experiência, é que, apesar do que elas mesmo apregoam, as cervejas de fabricação em massa não são PilsenesElas são American Lagers (justiça seja feita, as Budweisers e Heinekens não nos vendem esses gatos por lebres).  A diferença é que as Pilsenes são mais amargas do que as Lagers.  Eu ia explicar isso aqui mais didaticamente, porém o bom é beber.  De preferência acompanhado de um bom bolinho de bacalhau.  Aproveite!
P.S. da Lalí¹: Mais um Natal maravilhoso para contabilizar S2S2.
P.S. da Lalí²: Sobre o “meio mundo”.  Estou cada vez com mais medo de pesquisar coisas no Google Imagens.

Cuscuz

Como fazer o cuscuz caseiro perfeito… A meu gosto, claro!!

Primeiro vamos esclarecer que estou falando de cuscuz doce, feito de tapioca e coco. Existe outro prato chamado de cuscuz paulista, feito de farinha de milho, sardinha, palmito e temperos que também é delicioso, mas é uma coisa completamente diferente.

Voltando ao doce…
Você precisa de tapioca. Não pode ser a tapioca de beiju (aquela que se compra com leite condensado ou recheios salgados, que parece um taco), porque ela é muito fina e não apropriada pro negócio – Na verdade é outro produto.  Não faça com a de supermercado (yoki, granfino, etc) porque fica muito ruim.

Então o quê e onde comprar? Compre tapioca flocada. Na feira, na barraca que vende beiju, muitas vezes vende a tapioca de fazer cuscuz. Se não encontrar, vá na loja Tapiocas das Meninas, no pavilhão de São Cristóvão que lá, com certeza tem.

Lembro que estamos falando da Cidade do Rio de Janeiro, ok?

Ou peça pra Tati, porque o Ville traz da Bahia (êêêêê!!!).  Muito obrigada, seus lindos!!!
Essa sim é “A” Tapioca. A do Pavilhão é muito boa, mas essa da Bahia é sen-sa-ci-o-nal.

Como fazer:
Coloque meio quilo de tapioca numa travessa grande tipo marinex com duas xícaras de açúcar e uma pitada de sal. Misture bem.
À parte, leve ao fogo um litro de água com meio litro de leite de coco e cem gramas (aproximadamente) de coco fresco ralado. Não use coco seco, senão não fica perfeito.
Quando a água com leite de coco e coco fresco ferver, despeje sobre a tapioca com açúcar e misture bem. Os líquidos começarão a ser absorvidos e a delícia tá quase pronta. Cubra com filme plástico, tendo o cuidado de fazer uns furinhos pro ar quente sair. Quando a travessa estiver morna, leve à geladeira.

Pode comer com leite condensado ou sem.

A receita não leva leite de vaca nem derivados, então pode ser consumida por alérgicos a proteína bovina e/ou intolerantes a lactose. E se trocar o açúcar por adoçante culinário, pode ser consumida por diabéticos. E tem mais, gente, tapioca tá na moda, porque não tem glúten!! E os celíacos podem consumir 😀

Enjoy!

Batatas com linguiça e Bolinhos de arroz ao forno

Pessoal, tudo muito prático hoje:

Linguiça Assada com batata e legumes 

6 gomos de linguiça cortada em 3 ou 4 partes (usei linguiça de pernil aperitivo, sem a tripa)
2 tomates sem pele picados
3 batatas médias em fatias de 1cm
1 abobrinha em rodelas de 1cm (substituí por mais uma cebola)
1 cebola média em fatias de 1cm
azeitonas verdes a gosto
4 fatias de bacon picadas
2 dentes de alho amassados (usei 4 partidos ao meio)
sal e pimenta do reino a gosto (não uso pimenta do reino, substituí por páprica picante)
cheiro verde a gosto
orégano a gosto
azeite a gosto

Numa assadeira ou refratário, coloque os tomates, batatas, abobrinha, cebola, alho, azeitonas, bacon e cheiro verde. Tempere com orégano, sal e pimenta do reino, lembrando que o bacon e linguiça também têm sal. Misture tudo muito bem e por cima, distribua a linguiça. Regue com um bom fio de azeite e cubra com folha de alumínio.
Leve para assar em forno pré-aquecido a 200˚C por 40~50 minutos ou até as batatas ficarem macias. Depois tire o alumínio e deixe mais alguns minutos até ficar douradinho.

Aqui em casa levou uma hora pra ficar pronto.  Depois que coloquei essa travessa no forno, comecei a fazer os bolinhos de arroz:

2 xícaras de arroz cozido “restô-d’onté”

4 colheres de sopa de leite

2 ovos

6 colheres de sopa de farinha de trigo

cheiro-verde picado

1/2 colher de fermento em pó

100g parmesão ralado

100g muçarela em cubos (não tinha: usei queijo de coalho)

orégano e sal a gosto.

Num recipiente, coloque os ovos, o leite, o queijo ralado, o orégano e o sal, misture bem e acrescente o arroz e a farinha de trigo.  Misture bem.  Modele os bolinhos e ajeite numa travessa untada com azeite.  Deu um pouco de trabalho porque gruda nas mãos, mas dá pra concluir a tarefa.  O queijo em cubos que sobrou, coloquei em cima de alguns bolinhos pra enfeitar.

Coloque a travessa dos bolinhos de arroz no forno, aproveitando que tá fazendo as batatas com linguiça.  Aqui eles terminaram de assar juntos.  Levou cerca de meia hora no forno.
Delícias!!
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Enjoy!

Cozinhando em casa… sempre!

Tenho feito umas receitas inspiradas em blogs e dicas de internet. Ontem o prato ficou tão sensacional que me empolguei e resolvi postar pra vocês essas delícias.

Torta de limão tradicional
(Pâte sucrèe, lemon curd e merengue)
Receita de Torta de limão com merengue, do Victor Hugo, do #pratofundo.
Não vou repostar a receita, porque fiz do jeitinho que ele ensina. Somente utilizei o merengue francês com algumas raspas e gotas de suco de limão, ao invés do suíço.

Seguem as fotos da obra 😀

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Lemon curd cozido, aguardando pra forrar a torta

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Massa da torta pré-assada, coberta com o curd.  Vai voltar pro forno.

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A torta após completamente assada.  O recheio fica mais firme e a borda visivelmente assada, já soltando um pouco da forma.

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Cobrindo o curd com o merengue.  Não uso bico de confeitar: coloco o merengue em grandes colheradas e vou ajeitando.

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Depois de completamente cobertas as tortas, a gente queima o merengue com maçarico, pra ficar douradinho.  Se não tiver maçarico, leve ao forno bem quente e fique vigiando.  Vai corar o merengue e fica delicioso do mesmo jeito.

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Torta queimadinha 🙂

Com a sobra de massa, fiz pequenas tortas e assei completamente, do mesmo jeito, com o feijão dentro, antes de rechear.
Após esfriar, coloquei morangos, um tiquinho de açúcar, crème patissiére e merengue.

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Base das tortinhas completamente assadas.

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Tortinhas com os morangos, um pouquinho de açúcar e cobertas com o creme de confeiteiro.

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Creme de confeiteiro
1 litro de leite
1 lata de leite condensado
2 gemas

4 colheres de sopa de amido de milho

Baunilha (extrato ou fava, por favor) – opcional
Raspas de limão
Junte os ingredientes numa panela fria, fora da chama, com o cuidado de dissolver bem o amido. Após dissolver, é só levar ao fogo até engrossar. Deixe esfriar para utilizar.

Vejam como ficam as tortinhas por dentro:

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E a torta grande:

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Lindona, né? E uma delícia!!
Vai daí que dei cabo da massa que sobrou, mas restou creme de confeiteiro… oh, dó!

A gente tem uns copinhos de cachaça aqui, lindinhos e eu tinha uns morangos em calda feitos em casa, então coloquei em cada copinho um pouco de morango com calda, o creme de confeiteiro e mais um pouquinho de calda… voilá! Flã de baunilha com calda de morango 😀 (ou chame-o como quiser).

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Morangos em calda
Morangos limpos, lavados, escorridos, sem o cabinho verde
Açúcar
2 cravos
50ml vinho tinto

Leve todos os ingrediente ao fogo numa panela antiaderente, de preferência e mexa de vez em quando. A calda vai engrossar um pouco e as frutas vão ficar cozidas, mas não desmanchadas. Delícia!!

Enjoy!

Buñuelo de Pollo à Moda Mexicana

Aproveitando a pegada latina que está nesse blog ultimamente, mostro pra vocês a receita mexicana de Buñuelo de Pollo.  É mexicana, mas não leva pimenta (mas sem pimenta??  Como assim, México sem pimenta???), porém, nada te impede de colocar uma pimentinha se quiser…

Vamos à receita:

#ComoFaz

-Coloque numa panela de pressão:

*3 colheres de sopa de azeite de oliva

*1 colher de sopa de alho picadinho (eu uso aquele que compra picado mesmo)

*1 colher de sopa de cebola picadinha

*1/2 quilo de peito de frango limpo e desossado

-Refogue um pouco, então acrescente:

*2 cubinhos de caldo knorr de galinha

*água QB para cobrir

-Tampe a panela, deixe pegar pressão e aguarde 30 minutos, desligue.  Após retirar a pressão, separe o caldo do peito de frango, reservando o caldo.  Coloque o peito cozido novamente na panela, ainda quente, e tampe.  Com a cara e com a coragem, sacuda.  Sim, sacuda a panela!  Sacuda como se não houvesse amanhã.  Sacuda a panela firmemente durante cerca de 5 minutos, abra a panela, se o frango ainda não estiver totalmente desfiado, tampe de novo e sacuda mais, o tempo que for necessário para o desfiado ficar do seu agrado. *Dica que funciona*

-Em uma panela coloque:

*1 xícara de leite (usei o desnatado)

*1 xicara do caldo do frango que você havia reservado

-Deixe ferver, então acrescente o frango desfiado mexendo sempre, adicione também:

*1 lata de milho verde sem a salmoura (pode usar mais o que você quiser, se quiser ervilha, cenoura, brócolis… vai ficar bom do mesmo jeito)

*2 colheres de sopa de farinha de milho em flocos

*2 colheres de sopa de amido de milho -o que é amido de milho? -é maisena!

*4 colheres de sopa de farinha de trigo

-Então mexa com uma colher de bambu, mexa bem até desgrudar o fundo, então desligue o fogo e imediatamente coloque:

*1 gema (sem a clara) de ovo

-Continue mexendo até a gema se misturar em toda a massa.  Eu coloquei duas geminhas, pq meu ovo era pequeno, reserve as claras. Deixe esfriar um pouco para que possa modelar com as mãos.

-Unte suas mãos com um pouquinho de óleo de soja, ou o óleo culinário de sua preferência, modele bolinhas com as mãos, do tamanho que preferir, as minhas ficaram com cerca de 4cm de diâmetro.

-Em dois recipientes diferentes coloque:

*No primeiro a clara sobressalente e mais um ovo, se necessário

*No segundo farinha de rosca para empanar

-Eu usei as duas claras das gemas que usei na massa, não houve necessidade de colocar mais um ovo, e aqui não se desperdiça!  Passe a bolinha no ovo e depois, de leve, passe na farinha.  Eu fiz que nem brigadeiro, coloquei a bolinha por cima da farinha e fui rolando de forma a não ficar muito enfarinhada, só o suficiente para envolver toda a bolinha.

-Depois frite em óleo quente.

Eu comi acompanhado de arroz e saladinha, mas fica delicioso com ketchup orgânico e com mostarda dijon!

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O único registro dos buñuelos... Não sobrou nenhum pra contar história.

 

Empingao

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Agora é oficial: o famoso sanduíche cubano empingao  fartamente (hummm) retratado no filme Chef, de Jon Favreau pode e deve ser reproduzido em casa, com pequenas adaptações.

Sabem o porquinho show de bola? Então… basta pegar o porquinho, fatiado ou desfiado grosseiramente para utilizar na receita. Faça assim:

Junte a família  para assistir ao filme.
Acabe a sessão de cinema morrreeeennnnndo de fome & vontade de comer o sanduba.

Coloque a chapa pra esquentar.

pão
Parta ao meio pães franceses (um pra cada sanduba) e coloque pra aquecer com um pouquinhozinho de margarina/manteiga/azeite/whatever na parte de dentro, que vai ficar em contato com a chapa.

Enquanto isso, pegue três pedaços de porquinho (podia ser pernil assado, por exemplo), duas fatias de presunto (usamos o de Parma… uhuuulll) e coloque pra esquentar (pode ser na mesma chapa).

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Quando o pão estiver quentinho, tire da chapa e passe uma camada de mostarda de Dijon (usamos com vinho branco, que a Lalí-linda nos deu!!) em um dos lados do pão, de-cabo-a-rabo.

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Em cima da mostarda, coloque o porquinho já chapeado, as fatias de presunto e duas fatias de queijo (usamos da Canastra… hahaha… que maldade),

queijo

[nessa parte entra o picles, que não tinha pra usar na hora, fizemos sem 😦 ] feche o pão, passe um pititico de manteiga – MANTEIGA – do lado de fora do sanduíche e chapeie dos dois lados.
Parta ao meio em diagonal, pra ficar bem bonito e saboreie a maravilha. Melhor sanduba EVER.

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Enjoy!

Sorvete

O tempo mudou, deu uma refrescada, então é hora de falar de gelado… hahaha brincadeiraaaa… nada disso.

O negócio foi o seguinte: depois de adquirir um processador da Arno que em duas semanas quebrou e levá-lo à autorizada em 30/10/14, finalmente conseguimos o conserto, ou melhor, uma reparação esta semana.
A Arno nos enviou uma sorveteira como parte do ressarcimento e começamos – tão logo a recebemos – a fazer testes com receitas de sorvete.

sorveteira

Pra saber a diferença entre os diversos tipos de coisas a que chamamos de sorvete, clique aqui.

Primeiro a se observar é que a cuba da sorveteira tem que morar no freezer, então nada de sorvete de última hora se não tiver alguma preparação.
Os ingredientes devem estar gelados. Não frios, GELADOS.
As receitas normalmente levam uma pitada de sal, para prevenir a formação de cristais de gelo.

Vou ficar devendo as fotos, ok? Não me odeiem por isso…

A primeira experiência foi com o sorvete de limão tahiti, com a receita do site cupcakeando.

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Na hora de fazer o creme, me atrapalhei e deixei talhar. Nada de desespero nessa hora: é só colocar no liquidificador e o creme volta a ficar liso.
Nota 10, delicioso.

*****

Depois fizemos nosso Häagen-Dazs caseiro, já tradicional de doce de leite. Segue a receita:

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1 lata de leite condensado cozido na pressão por 30 minutos e frio
1 lata (mesma medida) de creme de leite fresco OU 1 lata de creme de leite com soro e tudo
Até 1 lata de leite de vaca integral (mesma medida) (eu uso pouco mais de meia lata
1 pitada de sal

Colocar os ingredientes numa vasilha, ou bowl, mexer bem com fouet ou outro batedor e colocar numa vasilha que possa ir ao freezer.

Deixar gelar por duas horas e colocar na sorveteira.

Esta receita dá pra fazer sem sorveteira também. Basta deixar por duas horas e tornar a bater a mistura, depois deixar mais duas horas no freezer e bater novamente. Quanto mais você bater mais cremoso fica.
Nota 10, delicioso.

*****

Outra experiência foi com sorvete de abacaxi, para este, usei a base de mousse:
Ponha no liquidificador metade das rodelas de uma lata de abacaxi (sem a calda) – se for fazer com o abacaxi fresco, é preciso cozinhar antes
1 pitada de sal
bata até liquifazer e adicione
1 lata de leite condensado
1 lata (mesma medida) de creme de leite fresco e suco de meio limão

bata até misturar bem, coloque numa vasilha que possa ir ao freezer, por duas horas e leve à sorveteira.
As outras rodelas de abacaxi você pica, escorre bem e deixa no freezer, reservadas.
Quando o sorvete estiver quse pronto, coloque o abacaxi picado e deixe misturar.
Coloque a mistura numa vasilha com tampa e conserve no freezer.

Nota 9 – o gosto do creme de leite ficou um pouco pronunciado, vou tentar fazer de novo

*****

Sorvete de creme
Pra esse, tentei a substituição que vi no site da Ana Granziera, onde não se usa ovos no creme anglaise original, mas se faz um mingau com maisena. Não formou sorvete, embora o sabor seja bom. Deixei no freezer e congelou, mas ainda não sei como vai ficar.

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Sorvete de chocolate

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Usei a mesma base do sorvete de doce de leite e adicionei 10 colheres de sopa de chocolate em pó Barry Callebaut. Não sei se dá ponto com outro chocolate. Gente, parece Danette. Fiz ainda há pouco e ainda não tá no ponto de bola de sorvete, mas o sabor é delicioso!

Faz aí!!

Enjoy!

 

P.S.: Não leva emulsificante! \o/