Bacalhau Espiritual

Se você gosta de bacalhau vai adorar… se não gosta, é uma boa oportunidade de apreciar o sabor e a textura de um prato delicioso, sem o compromisso de comer as postas do peixe.
Quem sempre faz um bacalhau espiritual maravilhoso na nossa família é a Tia Diva, tia e madrinha do Léo que apresenta o prato a cada Natal/Ano Novo e Páscoa.
Segundo a Tia Diva, a receita ela aprendeu com a Maria Thereza Weiss e tem esse nome porque leva pouco bacalhau em comparação com o tamanho do prato.
Fiz a minha versão e – modéstia à parte – nada ficou a dever do original.
Segue a receita:
Bacalhau Espiritual
Ingredientes:
800 grs de bacalhau muito bem demolhado
3 cenouras médias raladas
2 cebolas grandes raladas
3 dentes de alho picadinhos
100 grs de manteiga
50 grs de miolo de pão
1 xícara de leite
2 claras
sal e pimenta (a gosto)
2 colheres de sopa de queijo ralado
Para o molho béchamel:
2 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de farinha
5 xícaras de leite
sal
pimenta
noz-moscada
2 gemas
1 caixinha de creme de leite
Modo de fazer:
Tire a pele e as espinhas ao bacalhau.
Pique o bacalhau (ou desmanche na medida que tira as espinhas)
Leve as cenouras, o alho e as cebolas ao fogo baixo, com a manteiga e deixe refogar um pouco.
Junte o bacalhau e deixe cozer um pouco mais.
Junte o miolo de pão embebido no leite quente.
Mexa bem. Tempere.
Prepare o molho béchamel, tempere-o com sal, e pimenta, noz-moscada e junte as gemas, o creme de leite e as claras em neve. Misture bem e junte porção ao preparado de bacalhau.
Deite num tabuleiro untado com manteiga e enfarinhado com farinha de rosca.
Polvilhe com o queijo ralado e leve ao forno até o preparado superior se apresentar fofo e dourado.
Sirva imediatamente com batatinhas palha.
Enjoy!
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“O” Pudim de Chocolate

Esta é A receita dO Pudim de Chocolate
Quando eu era criança, o que a gente conhecia por pudim de chocolate nada mais era que um mingau de maisena com nescau (ou outro achocolatado) e levado a gelar.  Todo mundo adorava!
Mas a gente cresce e os paladares diversos se modificam, então começamos a procurar por sabores mais… como direi?… autênticos.  Ou seja, chocolate tem que ter gosto de chocolate.
Pra quem gosta da matéria, segue a receita:
Pudim de chocolate
Calda de açúcar
1 xícara de açúcar
1/2 xícara de água
Pudim
500ml de leite
100g de chocolate meio amargo
100g de chocolate ao leite
4 ovos
1/2 xícara de açúcar
Numa panela, juntar o leite e o chocolate.  Levar ao fogo alto até derreter. Não é em banho-maria. Direto no fogo.
No liquidificador, bater os ovos e o açúcar.  Com o liquidificador ainda ligado, despejar o chocolate derretido com o leite com chocolate ainda quente, ate misturar bem.
Deitar a mistura na forma caramelizada e levar ao forno em banho-maria, por aproximadamente 45 minutos.
Enjoy!IMG_20160315_194949771

Oh! Minas – A caixinha cheia de uais, sô.

Há um tempo atrás eu assinava as famosas caixinhas de beleza.  Começando pela revolucionária Glossy Box, seguida de outras caxinhas do mesmo tipo, a Beauty Box, a Blush Box, a Glam Box… e assim várias box por diante.  Mas, o que raio é essa caixinha?  Bão… a parada consiste no seguinte: A empresa tem contato com vários fornecedores diferentes, e, todo mês, eles enviam para sua residência uma caixa surpresa com ítens desses fornecedores.  No caso das caixinhas de beleza, vinha um esmalte da marca X, mais um hidratante da marca Y… normalmente 5 ítens por mês, mediante assinatura com valor fixo.  Algumas caixinhas cobravam frete, além do valor da assinatura.

Bem, essa moda passou, diminuiu bastante, não existe mais Glossy Box no Brasil, a Blush Box (que era a melhor, na minha opinião) também acabou, e por aí vai.  Eu parei com as assinaturas antes do fim das caixinhas, e parei de receber as novidades de beleza do mundo. Hahaha.

Bem, acontece que, há cerca de 3 meses estava eu googleando algo para o trabalho, sim, trabalhando eu achei essa parada, me apareceu um site, onde a proposta da empresa era a mesma das caixinhas que eu comprava há tantos anos, porém, o teor era completamente diferente.  Eu encontrei a Oh! Minas

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Só que eles não chamam de caixinha, eles chamam de Cesta, que é mais chique!  E não vem cosméticos, vem artigos da culinária mineira.  Aí eu gamei, né?

Eu assinei a Cesta Delícias de Minas, que propõe chegar na sua casa todo mês com: uma bebida alcoólica, um tira-gosto, um tempero e um doce tipicamente mineiro.  E de quebra ainda acompanha um artesanatinho lindinho.  Bem, assinatura feita: paguei e esperei.

Fato é que eu já sou fã das guloseimas que vem de Minas Gerais, no geral mesmo.  Fiquei mais apaixonada ainda de receber todo mês isso na minha casa.  Chegou minha primeira caixinha!

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Veio um pacote de batata tipo chips (aquela da onda) artesanal, natural e gostosa pra caramba.  Por não conter conservantes, a batata tem um tempo de vida mais curto do que as industrializadas, então eu tive de comer todas elas logo…  Ai, que chato!

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Batata Natural Delícia – 200g sem ar

Veio um molho de pimenta que eu ainda não tive coragem de experimentar.  Eu gosto de pimenta, mas pouca… não sou de comer muita pimenta ardida, então já viu… bateu um medinho dela!  Mas o cheiro e a cor são maravilhosos.

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Molho Dona Santa com Pimenta Forte – que deve arder até os olhos

Veio uma caixinha com goiabada cascão que eu ainda não abri também, pq a caixinha é muito linda e eu estou com pena.  Mas já se encontra em cárcere privado na casa dos meus pais para que possamos comer juntos assim que possível! (Possamos assim que possível) Hehehehe.

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Goiabada Cascão – Industria de Polpas e Doces São Gonçalo Ltda.

Por último, mas não menos importante, a cachaça mais bonita que eu já vi.  Fiquei apaixonada pela cor e textura do líquido ainda dentro da garrafa.

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Cachaça Lua Nova – 45% de pura beleza alcoólica

Veio também um marcador de página, lindo, feito de babu, pirografado Belo Horizonte com a Igreja da Pampulha em riscos.  Simplesmente lindo, mas eu esqueci de fotografar para pôr no post.  Fico devendo.

Eu adorei tudo, e, embora não tenha tirado fotos das outras 2 caixinhas que já recebi, posso dizer que amei as coisas que vieram, dentre elas, já recebi Molho de Jabuticaba Picante (diliça), Biscoito de Polvilho e o Lombo defumado com provolone (diliça mor), que foram os meus preferidos.  Além dos artesanatinhos que vem sempre, já vieram chaveiros, mexedores de bebidas…

O que posso dizer é que continuo assinando a Cesta, e continuo tendo gratíssimas surpresas todo mês!

Já posso deixar uma receita básica com um dos ítens:

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Lombo Defumado com Queijo Provolone – Prata

Fatie bem fininho o lombo com provolone à gosto, pegue um (ou mais) pão suíço, coloque manteiga caseira, lombo, e coma.  Coma muito!

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Cuscuz

Como fazer o cuscuz caseiro perfeito… A meu gosto, claro!!

Primeiro vamos esclarecer que estou falando de cuscuz doce, feito de tapioca e coco. Existe outro prato chamado de cuscuz paulista, feito de farinha de milho, sardinha, palmito e temperos que também é delicioso, mas é uma coisa completamente diferente.

Voltando ao doce…
Você precisa de tapioca. Não pode ser a tapioca de beiju (aquela que se compra com leite condensado ou recheios salgados, que parece um taco), porque ela é muito fina e não apropriada pro negócio – Na verdade é outro produto.  Não faça com a de supermercado (yoki, granfino, etc) porque fica muito ruim.

Então o quê e onde comprar? Compre tapioca flocada. Na feira, na barraca que vende beiju, muitas vezes vende a tapioca de fazer cuscuz. Se não encontrar, vá na loja Tapiocas das Meninas, no pavilhão de São Cristóvão que lá, com certeza tem.

Lembro que estamos falando da Cidade do Rio de Janeiro, ok?

Ou peça pra Tati, porque o Ville traz da Bahia (êêêêê!!!).  Muito obrigada, seus lindos!!!
Essa sim é “A” Tapioca. A do Pavilhão é muito boa, mas essa da Bahia é sen-sa-ci-o-nal.

Como fazer:
Coloque meio quilo de tapioca numa travessa grande tipo marinex com duas xícaras de açúcar e uma pitada de sal. Misture bem.
À parte, leve ao fogo um litro de água com meio litro de leite de coco e cem gramas (aproximadamente) de coco fresco ralado. Não use coco seco, senão não fica perfeito.
Quando a água com leite de coco e coco fresco ferver, despeje sobre a tapioca com açúcar e misture bem. Os líquidos começarão a ser absorvidos e a delícia tá quase pronta. Cubra com filme plástico, tendo o cuidado de fazer uns furinhos pro ar quente sair. Quando a travessa estiver morna, leve à geladeira.

Pode comer com leite condensado ou sem.

A receita não leva leite de vaca nem derivados, então pode ser consumida por alérgicos a proteína bovina e/ou intolerantes a lactose. E se trocar o açúcar por adoçante culinário, pode ser consumida por diabéticos. E tem mais, gente, tapioca tá na moda, porque não tem glúten!! E os celíacos podem consumir 😀

Enjoy!

Batatas com linguiça e Bolinhos de arroz ao forno

Pessoal, tudo muito prático hoje:

Linguiça Assada com batata e legumes 

6 gomos de linguiça cortada em 3 ou 4 partes (usei linguiça de pernil aperitivo, sem a tripa)
2 tomates sem pele picados
3 batatas médias em fatias de 1cm
1 abobrinha em rodelas de 1cm (substituí por mais uma cebola)
1 cebola média em fatias de 1cm
azeitonas verdes a gosto
4 fatias de bacon picadas
2 dentes de alho amassados (usei 4 partidos ao meio)
sal e pimenta do reino a gosto (não uso pimenta do reino, substituí por páprica picante)
cheiro verde a gosto
orégano a gosto
azeite a gosto

Numa assadeira ou refratário, coloque os tomates, batatas, abobrinha, cebola, alho, azeitonas, bacon e cheiro verde. Tempere com orégano, sal e pimenta do reino, lembrando que o bacon e linguiça também têm sal. Misture tudo muito bem e por cima, distribua a linguiça. Regue com um bom fio de azeite e cubra com folha de alumínio.
Leve para assar em forno pré-aquecido a 200˚C por 40~50 minutos ou até as batatas ficarem macias. Depois tire o alumínio e deixe mais alguns minutos até ficar douradinho.

Aqui em casa levou uma hora pra ficar pronto.  Depois que coloquei essa travessa no forno, comecei a fazer os bolinhos de arroz:

2 xícaras de arroz cozido “restô-d’onté”

4 colheres de sopa de leite

2 ovos

6 colheres de sopa de farinha de trigo

cheiro-verde picado

1/2 colher de fermento em pó

100g parmesão ralado

100g muçarela em cubos (não tinha: usei queijo de coalho)

orégano e sal a gosto.

Num recipiente, coloque os ovos, o leite, o queijo ralado, o orégano e o sal, misture bem e acrescente o arroz e a farinha de trigo.  Misture bem.  Modele os bolinhos e ajeite numa travessa untada com azeite.  Deu um pouco de trabalho porque gruda nas mãos, mas dá pra concluir a tarefa.  O queijo em cubos que sobrou, coloquei em cima de alguns bolinhos pra enfeitar.

Coloque a travessa dos bolinhos de arroz no forno, aproveitando que tá fazendo as batatas com linguiça.  Aqui eles terminaram de assar juntos.  Levou cerca de meia hora no forno.
Delícias!!
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Enjoy!

Cozinhando em casa… sempre!

Tenho feito umas receitas inspiradas em blogs e dicas de internet. Ontem o prato ficou tão sensacional que me empolguei e resolvi postar pra vocês essas delícias.

Torta de limão tradicional
(Pâte sucrèe, lemon curd e merengue)
Receita de Torta de limão com merengue, do Victor Hugo, do #pratofundo.
Não vou repostar a receita, porque fiz do jeitinho que ele ensina. Somente utilizei o merengue francês com algumas raspas e gotas de suco de limão, ao invés do suíço.

Seguem as fotos da obra 😀

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Lemon curd cozido, aguardando pra forrar a torta

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Massa da torta pré-assada, coberta com o curd.  Vai voltar pro forno.

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A torta após completamente assada.  O recheio fica mais firme e a borda visivelmente assada, já soltando um pouco da forma.

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Cobrindo o curd com o merengue.  Não uso bico de confeitar: coloco o merengue em grandes colheradas e vou ajeitando.

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Depois de completamente cobertas as tortas, a gente queima o merengue com maçarico, pra ficar douradinho.  Se não tiver maçarico, leve ao forno bem quente e fique vigiando.  Vai corar o merengue e fica delicioso do mesmo jeito.

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Torta queimadinha 🙂

Com a sobra de massa, fiz pequenas tortas e assei completamente, do mesmo jeito, com o feijão dentro, antes de rechear.
Após esfriar, coloquei morangos, um tiquinho de açúcar, crème patissiére e merengue.

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Base das tortinhas completamente assadas.

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Tortinhas com os morangos, um pouquinho de açúcar e cobertas com o creme de confeiteiro.

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Creme de confeiteiro
1 litro de leite
1 lata de leite condensado
2 gemas

4 colheres de sopa de amido de milho

Baunilha (extrato ou fava, por favor) – opcional
Raspas de limão
Junte os ingredientes numa panela fria, fora da chama, com o cuidado de dissolver bem o amido. Após dissolver, é só levar ao fogo até engrossar. Deixe esfriar para utilizar.

Vejam como ficam as tortinhas por dentro:

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E a torta grande:

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Lindona, né? E uma delícia!!
Vai daí que dei cabo da massa que sobrou, mas restou creme de confeiteiro… oh, dó!

A gente tem uns copinhos de cachaça aqui, lindinhos e eu tinha uns morangos em calda feitos em casa, então coloquei em cada copinho um pouco de morango com calda, o creme de confeiteiro e mais um pouquinho de calda… voilá! Flã de baunilha com calda de morango 😀 (ou chame-o como quiser).

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Morangos em calda
Morangos limpos, lavados, escorridos, sem o cabinho verde
Açúcar
2 cravos
50ml vinho tinto

Leve todos os ingrediente ao fogo numa panela antiaderente, de preferência e mexa de vez em quando. A calda vai engrossar um pouco e as frutas vão ficar cozidas, mas não desmanchadas. Delícia!!

Enjoy!

Sorvete

O tempo mudou, deu uma refrescada, então é hora de falar de gelado… hahaha brincadeiraaaa… nada disso.

O negócio foi o seguinte: depois de adquirir um processador da Arno que em duas semanas quebrou e levá-lo à autorizada em 30/10/14, finalmente conseguimos o conserto, ou melhor, uma reparação esta semana.
A Arno nos enviou uma sorveteira como parte do ressarcimento e começamos – tão logo a recebemos – a fazer testes com receitas de sorvete.

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Pra saber a diferença entre os diversos tipos de coisas a que chamamos de sorvete, clique aqui.

Primeiro a se observar é que a cuba da sorveteira tem que morar no freezer, então nada de sorvete de última hora se não tiver alguma preparação.
Os ingredientes devem estar gelados. Não frios, GELADOS.
As receitas normalmente levam uma pitada de sal, para prevenir a formação de cristais de gelo.

Vou ficar devendo as fotos, ok? Não me odeiem por isso…

A primeira experiência foi com o sorvete de limão tahiti, com a receita do site cupcakeando.

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Na hora de fazer o creme, me atrapalhei e deixei talhar. Nada de desespero nessa hora: é só colocar no liquidificador e o creme volta a ficar liso.
Nota 10, delicioso.

*****

Depois fizemos nosso Häagen-Dazs caseiro, já tradicional de doce de leite. Segue a receita:

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1 lata de leite condensado cozido na pressão por 30 minutos e frio
1 lata (mesma medida) de creme de leite fresco OU 1 lata de creme de leite com soro e tudo
Até 1 lata de leite de vaca integral (mesma medida) (eu uso pouco mais de meia lata
1 pitada de sal

Colocar os ingredientes numa vasilha, ou bowl, mexer bem com fouet ou outro batedor e colocar numa vasilha que possa ir ao freezer.

Deixar gelar por duas horas e colocar na sorveteira.

Esta receita dá pra fazer sem sorveteira também. Basta deixar por duas horas e tornar a bater a mistura, depois deixar mais duas horas no freezer e bater novamente. Quanto mais você bater mais cremoso fica.
Nota 10, delicioso.

*****

Outra experiência foi com sorvete de abacaxi, para este, usei a base de mousse:
Ponha no liquidificador metade das rodelas de uma lata de abacaxi (sem a calda) – se for fazer com o abacaxi fresco, é preciso cozinhar antes
1 pitada de sal
bata até liquifazer e adicione
1 lata de leite condensado
1 lata (mesma medida) de creme de leite fresco e suco de meio limão

bata até misturar bem, coloque numa vasilha que possa ir ao freezer, por duas horas e leve à sorveteira.
As outras rodelas de abacaxi você pica, escorre bem e deixa no freezer, reservadas.
Quando o sorvete estiver quse pronto, coloque o abacaxi picado e deixe misturar.
Coloque a mistura numa vasilha com tampa e conserve no freezer.

Nota 9 – o gosto do creme de leite ficou um pouco pronunciado, vou tentar fazer de novo

*****

Sorvete de creme
Pra esse, tentei a substituição que vi no site da Ana Granziera, onde não se usa ovos no creme anglaise original, mas se faz um mingau com maisena. Não formou sorvete, embora o sabor seja bom. Deixei no freezer e congelou, mas ainda não sei como vai ficar.

*****

Sorvete de chocolate

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Usei a mesma base do sorvete de doce de leite e adicionei 10 colheres de sopa de chocolate em pó Barry Callebaut. Não sei se dá ponto com outro chocolate. Gente, parece Danette. Fiz ainda há pouco e ainda não tá no ponto de bola de sorvete, mas o sabor é delicioso!

Faz aí!!

Enjoy!

 

P.S.: Não leva emulsificante! \o/

Tarte de Pêra

Tarte.  Não confundir com Tarte-Tatin (/tárte tatãn/).  Tarte é um nome besta e esnobe uma versão para a famosa torta que conhecemos bem, é um tipo de torta simples de fruta, não aquelas tortas confeitadas que comemos em festas.

Bem, fato é que eu fiz minha primeira tarte, e foi com pêras.  Devo dizer que olhei várias fotos de tarde de pêra no google e, na maioria das fotos, as pessoas colocavam aquela massa de biscoito, tipo de cheesecake, ou de torta americana, antes da massa de fruta propriamente dita.  Então já não levei muita fé de que o negócio iria dar certo, pois a minha receita adaptada (eu adapto as receitas antes de fazer pela primeira vez pq não bato muito bem…) tinha somente a massa e a cobertura, nada de biscoitinho.

Como já havia comprado todos os ingredientes e sou teimosa, fui fazer com a cara e com a coragem.  Então foi assim:

Ingredientes

-6 pêras (eu usei aquela que é mais molhadinha, a Portuguesa, mas você pode usar a que preferir)

-3 ovos inteiros (sem casca, é claro)

-1 xícara de farinha de trigo (8oz)

-1 xícara de leite (240ml)

-1/2 xícara de açúcar (4oz)

-1 forma com fundo removível

-Margarina ou manteiga e farinha para untar a forma

-1 liquidificador

-Mel ou geleia à gosto

Colocam-se os 3 ovos (sem suas respectivas cascas) no liquidificador, o leite e 3 das pêras sem casca e sem o miolo (sementinha e cabinho).  Bate bem até ficar líquido, homogêneo e sem pedacinhos.  Acrescente a farinha e o açúcar e bata novamente até ficar um creme uniforme, com aspecto de massa de bolo crua.

Depois de untar e enfarinhar a forma, despeje a massa devagar, pois ela é muito líquida e pode espirrar.  Então decore com as outras 3 pêras, com casca mesmo, pra ficar douradinha.  Eu gostaria de ter conseguido fazer lindas “meia-luas“, mas não tenho coordenação motora, nem paciência suficiente para tal (quem sabe um dia), então fui cortando lascas finas e encaixando uma na outra por cima da massa.  Temos que repousar as pêras com amor e cuidado para que não afundem, então, quanto mais fininha a lasca, melhor.

Leve ao forno à 250ºC por mais ou menos 25 minutos, ou até dourar.

Quando sair do forno, ainda quente, pincele mel (derretido no microondas) ou a geleia de sua preferência por toda a tarte.  Eu usei mel e ele não ficou com sabor forte, nem ficou muito doce.

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Bem, meus queridos aqui de casa aprovaram.  Nós comemos em temperatura ambiente.  Mas creio que, saindo do forno, bem quentinha, e acompanhada de uma bola de sorvete, ficaria diliça.  Também foi levantada a hipótese de ser servida geladinha e refrescante, igualmente diliça!

Faça, prove e diga como ficou!

P.S. do pai: Do jeito que comi, tava diliça !

P.S II, A Missão: Não duvido nada que a maluca tenha batido os ovos com casca ! Rsrsrsr

Todo dia é dia de pizza!!

A receita é fácil, simples e fica pronta em 1 hora, da massa até a pizza assada, passando pelo molho caseiro.  Vou contar pra vocês como eu faço:

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Ingredientes da massa:
50g de fermento fresco para pão (compre na padaria);
1 colher de sopa de açúcar
1 copo (200ml) de óleo (soja, milho, canola etc)
500ml de água morna
1 kg de farinha de trigo
1 colher de sopa de sal

Em um bowl (ou uma tigela mesmo, hahaha), coloque o fermento fresco e o açúcar.  Mexa com uma colher até o fermento derreter e se misturar completamente ao açúcar.

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Acrescente o óleo e a água morna.  É morna, não é quente, senão mata o fermento e a massa não cresce. Mexa um pouco e coloque um pouco de farinha, só pra misturar essa base.

Acrescente o sal e quase toda a farinha (deixe mais ou menos uma xícara no pacote).

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Misture os ingredientes com a colher enquanto der, depois, limpe a colher com a mão, retirando a massa grudada nela.  Coloque a massa em superfície enfarinhada que dê pra trabalhar (mármore da pia, mesa etc).  Essa farinha você retira da que sobrou no pacote.

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Amasse a mistura até que fique uniforme, acrescentando mais da farinha do pacote, se necessário.

O resultado que você deseja é uma massa lisa e que não gruda nas mãos.  Quando chegar nesse ponto, coloque um pouco de farinha na tigela (ou bowl!!) e coloque a massa para descansar, coberta com pano de prato limpo.

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Eu deixo o bowl em cima do fogão enquanto trabalho no molho.  Pode deixar num lugar ao abrigo do vento.

Acenda o forno.  Temperatura alta.

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Ingredientes do molho:
Azeite
Alho (1 dente grande para cada lata de tomate/250g de tomates frescos)
Cebola (1 cebola pequena para cada lata de tomate/250g de tomates frescos)
Manjericão (opcional)
Tomates pelados em lata (ou tomates fresco sem casca)
Açúcar (1 colher de chá para cada lata de tomate/250g de tomates frescos)
Sal (1 colher de café cheia para cada lata de tomate/250g de tomates frescos)

Esse molho é curinga, serve pra lasanha, macarrão, camarão, cachorro quente e o que mais você quiser fazer com ele.

Descasque os dentes de alho  e pique grosseiramente.  Coloque em uma panela com o azeite (sem mesquinharia com o azeite porque, além de perfumar o molho, ele tira a acidez excessiva dos tomates e reduz o uso do açúcar).
Acrescente a cebola descascada e picada grosseiramente. Refogue um pouco.  Não precisa deixar dourar.  Nesse momento, você pode acrescentar algumas folhas de manjericão.  As folhas fritas têm sabor diferente das cruas, colocadas no final da receita.  Use-as conforme achar melhor… Vá experimentando!!

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Agora coloque os tomates pelados.  Se estiverem inteiros, parta grosseiramente com a colher de pau ou amassador, já dentro da panela – o amassador da foto tem mais de 40 anos e é herança da minha mãe ❤ .  Adicione o sal e o açúcar.

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Mexa bem e deixe ferver.

Não pode abaixar o fogo nem tampar a panela.  Vá controlando o cozimento.  Se começar a secar, ponha um pouquinho de água.  Depois de pronto esse molho pode ser guardado em frascos de vidro bem limpos (esterilizados) na geladeira ou congelado.

Após essa mini-maratona do molho, a massa da pizza já deve ter crescido, a depender da temperatura ambiente.  Pra saber se cresceu o suficiente, fure com um dedo: a massa não deve oferecer resistência nem voltar ao lugar.Prepare a superfície de trabalho com um pouco de farinha e divida a massa em seis partes.
Cada parte dá uma pizza de 30cm aproximadamente.
Abra cada parte com rolo, uma de cada vez, coloque na forma de pizza, ajeitando pra ficar redonda,  Se faltar massa ou ficar torta, corte de um lugar e enxerte no outro.
É pizza caseira, pode ser tortinha, quadrada ou formato de coração, se você quiser!!

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Depois de aberta a massa, cubra com pouco molho e muçarela.  Coloque orégano seco a gosto por cima e leve a assar por 10 minutos em forno médio.  Vá fazendo as pizzas e levando ao forno.  Pras pizzas mais elaboradas é legal já deixar previamente cortados linguiça calabresa, cebola, presunto, azeitona, cogumelo etc.

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Sugestão de preparo: Muçarela de búfala com presunto de parma.  Quando sair do forno, cubra com folhas de rúcula e um fio de azeite… hummm delícia!!

SE e somente se sobrar pizza assada (hahaha… essa eu gostaria de ver!!) você coloca em saco para congelar, tira o ar o máximo que puder e leva ao freezer (pode congelar em aberto e empacotar depois).  Fica bem na geladeira por uns dias, também.

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Agora que você já sabe fazer, pode variar.  Essa massa serve pra pizza doce, calzone, joelho, enroladinho de salsicha, esfirra… invente aí!!

Enjoy!

Você não pinta como eu pinto… Com certeza!!!

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Até porque, se todo mundo pintasse igual não ia ter a menor graça.

Quem trabalha com arte, volta e meia tem problemas para organizar e armazenar os materiais.  Eu vinha há algum tempo pensando num jeito prático e econômico de organizar as bisnagas de tinta.  Além do calor absurdo que faz por aqui, toda vez que ia pintar tinha que ficar procurando os verdes, os azuis… Agora demos um jeito!!

Ingredientes:
1 caixa de sorvete em isopor vazia
1 estilete
bisnagas de tinta que precisem de lugar pra morar

Maneira de preparar:

Pegue a tampa da caixa de sorvete e coloque com a parte de dentro para cima, em superfície resistente a arranhões.  Meça a distância de uma bisnaga para outra, de modo que caibam em pé, sem ficar apertado nem frouxo.
Faça cortes com estilete onde serão encaixadas as bases das bisnagas (a parte fina).


tintas dispostas

Como existem bisnagas de tamanhos diferentes, faça os cortes de acordo com sua necessidade.
Se a bisnaga estiver usada, não vai ficar em pé, então empurre a tinta para cima, com o auxílio de um cabo de pincel e dobre a parte vazia da bisnaga, dando mais firmeza ao material.
Depois de fazer todos os cortes necessários, encaixe as bisnagas conforme a ordem que você preferir.
Para guardar, coloque o fundo da caixa de sorvete, que vai servir de tampa para seu suporte de tintas.

caixa fechada

Enjoy!!