Jessica Jones: Alias (Não confundir com “aliás”!)

O título do post vai te enganar de todas as formas possíveis e por isso vou logo avisando: vou sair do assunto, vou digressionar, vou falar de outras coisas e vou ser redundante (mais do que já estou sendo).  Mas não de propósito.  Assim é o Universo Marvel concebido pelo mestre Stan Lee, tudo interligado, todos convivendo no mesmo tempo e espaço, tudo conectado e complexo (coisa que, com os diversos personagens da editora tendo seus direitos cinematográficos divididos entre alguns estúdios, não ajuda nada).
E, sim, porque não?, falarei da personagem em questão, a tal Jessica Jones do título, até porquê, depois do extraordinário primeiro fruto da parceria entre a Marvel e a Netflix, a série do Demolidor (que, olha só, está conectada ao universo cinematográfico e televisivo da Marvel Studios), esse será o próximo projeto desta promissora parceria. Você escutou alguém sussurrando no seu cérebro “Vingadores“, “Agents of SHIELD“, “Guardiões da Galáxia“, “Homem-Formiga“?  É, meu caro, pode adicionar aí um certo escalador de paredes azul e vermelho, já que a Sony e a Marvel recentemente fizeram um acordo pra introdução do Homem Aranha nesse universo), esse será o próximo seriado da promissora parceria.
Porém, não podemos falar de Jessica Jones sem falar em Brian Michael Bendis.  Guarde esse nome pois ele é o escritor de quadrinhos da Marvel mais importante há muito tempo e há motivos pra isso.  Pra você ter uma ideia da importância do sujeito, ele era parte de uma espécie de “seleto conselho de consultores“, por falta de uma expressão melhor, a quem todos os diretores e roteiristas cinematográficos tinham que consultar antes do filme ser editado e lançado ou mesmo até do roteiro ser aprovado.  Esse “conselho” foi extinto bem recentemente e mandava prender e soltar na Marvel Studios.  Cortavam cenas, acrescentavam, reescreviam e eram responsáveis pela famosa “cronologia” (a continuidade) do Universo Marvel.  Quem é fã da Marvel (no tempo em que comecei a ler, Marvete) sabe que isso é sagrado e que com isso não se brinca.  Mas isso causou muitos atritos com atores e diretores dos filmes e, como já disse, foi extinto.  Eu avisei que ia digressionar.  Brian Michael Bendis era o único roteirista de quadrinhos exclusivo da Marvel a fazer parte desse “conselho”.  Tá bom pra você?
Bendis destacou-se na Image Comics com a sua criação “Powers“, que recentemente virou seriado também (muito bom), aliás, o encadernado “Quem matou a Garota Retrô?“, lançado pela Panini, é uma leitura deliciosa. Ele foi pra Marvel e fez logo um sucesso danado reescrevendo a origem do Homem Aranha na linha Ultimate (uma linha não pertencente ao Universo Marvel Tradicional, que tinha como mote o reinício do Universo Marvel em outra linha temporal. Entendeu, né?).  No Universo Tradicional, fez sucesso escrevendo o Demolidor, que teve sua identidade revelada.  Ganhou moral com o sucesso desse título e, junto com seus superiores, bolou um selo para histórias adultas para a Marvel, nos moldes do selo Vertigo da DC.  A diferença era que as histórias desses títulos eram inseridas no Universo Tradicional e essa foi a grande sacada.  E foi nesse contexto que surgiu Alias (como foi batizada a revista da Jessica Jones).
Eu tô tentando ser concisoSério.  Mas vamos lá… Falei que o título era direcionado para o público adulto, não?  Pois é, as primeiras três palavras da série são palavrões cabeludos e tem a famosa cena de, digamos assim, pra usar um eufemismo bem leve, sexo não tradicional (não precisa botar link, Lali! Rsrsrsr) entre ela e o Luke Cage. Mas estou me adiantando.
Jessica Jones é personagem inserida retroativamente na continuidade, o que chamamos de “retcon“.  Explico.  É uma personagem criada nos anos 2000 mas é como se ela existisse desde o começo.  Entendeu?  Eu sempre entendo.  É uma mulher (dããããã) que tem superpoderes, porém limitadíssimos.  Digamos que ela é mais forte que o normal e, supostamente, pode voar, mas isso é tão instável que ela não se arrisca.  Ela tentou vestir uma fantasia e ser uma Super Heroína (Safira) por um certo período (o que garantiu seu “trânsito” entre a comunidade superheroística, se é que essa palavra existe) mas ela sacou que não era pra ela e então ela se torna uma detetive particular (funda a “empresa” “Codinome Investigações” da qual é dona e única funcionária), fumante e beberrona inveterada e com baixíssima autoestima.  Até aí nada de original, mas o que foi brilhante, foi a inserção de uma personagem dessa, do cotidiano, alguém como alguém que você conhece ou já conheceu, num Universo em que os Super Heróis são coisas comuns.

Isso por si só já seria um diferencial que separa esse título das histórias grandiosas de Super Heróis, com seus monstros, alienígenas e super vilões que querem dominar o mundo, mas em duas coisas é que Bendis demonstra todo o seu brilhantismo: a primeira é o seu conhecimento da intrincadíssima cronologia Marvel e a segunda são os diálogos.  Ah, os diálogos!  São sensacionais no nível Kevin Smith e tornaram-se a característica mais marcante desse sensacional escritor.  A sexta edição, se não me engano, começa com um diálogo entre Jessica e Carol Danvers (a Miss Marvel, dos Vingadores) que é hilário, uma espécie de “fofoca” sobre alguns personagens conhecidos, mas principalmente do supra citado Luke Cage (curiosidade: o ator Nicholas Cage, que é sobrinho de Francis Ford Coppola, adotou seu nome artístico por que é superfã do personagem).  Um dos poucos Super Heróis negros da época, Luke Cage e seu parceiro, o Punho de Ferro, eram chamados de “Heróis de Aluguel” e esse era o nome da firma junto com Misty Knight, ciborgue e namorada do Luke, e com Colleen Wing, detetive e lutadora de artes marciais, namorada do Punho de Ferro.  Aliás Colleen foi namorada de Scott Summers, o Ciclope dos X-Men em um período que Jean Grey estava desaparecida.  (Não falei que era conectado e complicado?).  Enfim, o diálogo dura umas seis páginas e só você lendo pra ver.
E esses diálogos favorecem muito o desenhista.  Michael Gaydos não faz parte dos meus desenhistas favoritos mas reconheço que ele não faz feio.  Porém é o cara perfeito pra série.  Ele é um desenhista “preguiçoso”, então esses diálogos são a ocasião perfeita pra ele repetir os desenhos e até quadros inteiros.  Há algumas sequências em que ele simplesmente aumenta os desenhos de tamanho sob o pretexto de dar “ênfase” a uma cena específica.  É um cara de pau mas funciona muito bem.  Os outros desenhistas da Marvel que ganham por páginas desenhadas devem ficar putos com ele.  Ouso dizer que, sem ele, Alias, não seria a mesma.  Aproveitando que estou falando do quesito arte, as capas são de David Mack e são maravilhosas.  Elas deram identidade à série.
As histórias podem ser lidas por quem não tem conhecimento prévio do Universo Marvel, porém são um deleite pra quem é fã.  Por exemplo, tem uma história em que Jessica é presa e Luke Cage (Ele de novo. Não se preocupe, eles se casam no fim da série) pede que Matt Murdock (Ah, você sabe quem ele é, não sabe ?) seja o advogado dela e quando ele se apresenta, pergunta pra ela se ela é inocente.  Após a resposta (positiva) fica uns quatro quadros iguais do Matt olhando pra ela.  Os entendedores sacarão que Murdock está ouvindo as batidas do coração dela pra descobrir (eu cheguei a digitar “ver”) se ela está mentindo.  Outros momentos imperdíveis: quando ela se finge de homem em um bate papo na internet e marca um encontro com um gay em um bar, como parte de um disfarce em um dos seus casos.  Mais uma vez, os diálogos são impagáveis!  Quem já participou desse tipo de bate-papo (UOL que o diga! Rsrsrsrs) sabe do que estou falando.  E também a história em que J.J. Jameson a contrata pra descobrir a identidade secreta do Homem Aranha. Leia.
Brian Bendis não é um escritor genial nem original, mas ele é mestre.  Seu mérito é pegar conceitos antigos, argumentos mal aproveitados e histórias mal contadas e além de requentá-las, tornar-lás algo muito mais saboroso, pra fazer uma analogia com um dos assuntos preferidos deste blog, que é a culinária.  E, nas devidas proporções, é o que o cinema está fazendo hoje com nossos heróis prediletos. Nós, que crescemos lendo os quadrinhos, consideramos essa a “cronologia” correta, mas esquecemos que o cinema atinge muito mais pessoas e, se você perguntar a elas, elas dirão que isso é que é o correto.  Mas esse é outro assunto, para quem sabe, um outro post.
P.S. da Lalí: Link Bônus (pq eu achei fofo).
P.S. da Lalí 2:  In fact, tenho vários colegas que assistem e gostam muito dos filmes de super heróis mas nunca nem folhearam uma revista nem conhecem as personagens e suas interações.
P.S. da Lalí 3: DeadPool é o superpoderoso mais “gente-como-a-gente” que eu conheço!  Ele frequenta os mesmos eventos que eu e eu já o ví fazendo cosplay de Lampião, ficou ótimo, acho que a fantasia foi feita à mão.
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Duas Way Beer

Este texto é intrinsecamente ligado à insônia, donde chegamos à terrível conclusão que a falta de sono pode ser produtiva.  Não que o produto final seja alguma coisa de qualidade (ou algo que minimamente preste), longe disso.  Tem gente que cozinha, pinta, lava banheiro e, literalmente, faz arte entre outras coisas.  Não, não pense besteira, mente suja, não foi isso que eu quis dizer.
Mas foram os Vingadores: Sim, a culpa é deles!  Que filmaço essa segunda aventura cinematográfica dos Maiores Heróis da Terra!  Um deleite pra um que, como eu, é de longa data, e que assitia os desenhos “desanimados” da Marvel no programa vespertino do Capitão Aza.  Lembra do Thor“Onde o Arco Íris é ponte!  Onde vivem os imortais…” Digressiono e emociono.
Mas eu vim aqui falar de cerveja.  O propósito é falar da Way Beer, uma cervejaria artesanal (mais uma nacional!) do Paraná, que faz cervejas incríveis e tem garrafinhas de 310ml padronizadas, onde os rótulos são impressos diretamente no casco e dá pra diferenciar uma da outra pela cor.  Eles fazem cervejas características de outros países, mas com o toque brasileiro.  Vou falar aqui de duas delas: a American Pale Ale e a Cream Porter.  Mas antes, eu me lembrei de uma coisa, que tenho que falar, pois é a mais famosa delas: “Tony Stark tira onda, que é cientista espacial…”  Não tem como errar, é o Homem de Ferro!
A Way Beer American Pale Ale
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Essa é a do rótulo verde (verde? Te lembrou alguma coisa? “Pobre Bruce Banner, por lindo cano entrou, exposto a raios gama…”).  A American Pale Ale é uma cerveja do tipo americana (dãããã) mais clara que as Pale Ale tradicionais, porém de alta fermentação.  Seu teor alcóolico de 5,2% faz com que ela seja um pouco mais forte do que as tradicionais pilsen de fabricação em massa, porém parece muito mais forte.  Talvez porque ela me pareceu um pouco mais “seca“, ou seja, você não percebe muito da água no líquido difícil à beça descrever paladar, mas eu, teimoso, tento assim mesmo).  A cor dela é linda, bem alaranjada e de aspecto bem leve.  Aliás, creio que seu alaranjado deva ser porque você sente, mesmo que de leve, alguma fruta cítrica que não consegui identificar precisamente, (que não é limão nem laranja) depois que a bebe.  Ela é muito gostosa, é amarga na medida certinha, dá pra beber bem gelada e dá pra beber uma atrás da outra.  Recomendo pra quem gosta de Pale Ale.
A Way Beer Cream Porter
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O rótulo é azul, e quando falamos de super herói azul lembramos do… (não, o Superman é da DC!) Isso mesmo, dele!  “O Capitão América é um grande lutador e contra o inimigo…”. Como diz seu nome, é uma cerveja tipo Porter que, apesar de escura, não se deva confundir com as Stout (Guinness, por exemplo).  As Porter são da Inglaterra e são mais leves e suaves (menos teor alcólico) que as Stout. Essa tem o teor alcoólico de 5,6%, como já disse, a cor é escura, bem encorpada e é bem cremosa o que, no meu caso, é um diferencial importante.  Ela é muito boa e o sabor dela é uma mistura de café com chocolate, com o sabor de café mais pronunciado (espero, do fundo do coração, não estar ficando pedante!).  Também você não sente a água no seu paladar (Água?, quem lembra do… “Ele é Rei dos mares. Meio peixe…”). Essa cerveja é pra apreciar e não pra beber muitas, acredito que, no máximo três garrafas de 310ml.  Muito legal.

Senhores, que tempos estamos vivendo! Senhores.

E eu digo isso, senhores, com uma empolgação genuína a qual tentei passar quando escrevi o título desta missiva.  Sim, senhores, é o melhor tempo pra se viver o que estamos vivendo e não falo isso, pelo menos aqui nesse texto, dos aspectos pessoais da minha vida (aproveito pra digressionar: também é o melhor tempo da minha vida pessoal.  Vivo feliz.  Todos temos o hábito de achar que o tempo passado “é que era bom”.  Vejo alguns dizendo : “na nossa época, quando não tinha computador… ” Besteira!  No meu caso, que vivia em Nereste, era muito chato, o tempo não passava.  Lógico que tenho saudades do lugar e das pessoas que conheci, mas nada que duas horas por ano não resolva.  Tudo que eu passei, fui e vivi foram importantes mas… chega de digressão, tá virando filosofia).
Eu falo isso por causa dos filmes e séries de televisão que temos assistido.  São tantos que não damos conta de tudo que queremos assistir.  Pra um cara como eu que cresceu lendo (e nunca parou de ler) quadrinhos de Super Heróis, livros de ficção e fantasia, livros de guerra etc. (isso porque estou deixando a música de fora, porque senão seria covardia), é como soltar uma criança numa loja de brinquedos com a condição de ela poder pegar o que quiser.
Quando você lê, principalmente histórias em quadrinhos, você imagina aquilo como um filme, você quer ver aquilo na telona, que é o mais real que o seu personagem pode se tornar, em suma, você quer vê-lo “ganhar vida“.  Só que, quando eu era adolescente, não havia tantos filmes de super heróis por aí e os que existiam, eram toscos demais!  Em conversas na internet por aí (com pares nerds fãs de quadrinhos, um dos tipos de fãs mais chatos de que se tem notícia) vi muita gente, diante da enxurrada de filmes baseados em HQs (algumas que nem sabíamos que existiam!) fazendo sucesso estrondoso, perguntando por que eles não viram isso antes.  Por que o cinema demorou a descobrir esse lucrativo filão? Eu tenho a resposta: foi a evolução da tecnologia, e em consequência disso, a evolução dos efeitos especiais (tão necessários para se fazer um filme com personagens que podem correr mais rápido que a velocidade da luz).
Vocês, senhores, conseguem perceber isso?  Conseguem imaginar o tempo que vivemos?  Vocês tem noção, meus caros, que os livros de história registrarão este tempo, o nosso tempo, como uma era de evolução rápida, célere, selvagem?  Não?  Pois deviam.  Parafraseando um jargão quadrinhístico, é uma era de ouro!
No fundo eu já sabia disso.  No íntimo do meu ser eu já concordava, porém, foi no seriado do Flash que eu me toquei, que a empolgação tomou conta de mim.  Foi no episódio em que apareceu pela primeira vez o Gorila GroddFantástico, espetacular!  Aliás, The Flash é a melhor série de super herói que temos, e olha que temos séries muito boas.  Quando os filmes e as séries de heróis começaram a surgir, uma das reclamações dos fanáticos por quadrinhos era de que a adaptação não era fiel.  Ora, é muito mais do que isso!  As séries pegam anos (décadas) de cronologia do personagem, tiram o que é ruim e condensam o que é bom em uma linha narrativa coerente e muito mais saborosa!  E é exatamente isso que o seriado do Flash faz com maestria: pega o conceito do multiverso, que a própria DC havia descartado e abolido com  a “Crise nas Infinitas Terras” (há uma referência a isso no seriado que é um deleite pros fãs!) e reinventa, criando, desculpem o trocadilho, infinitas possibilidades! (Esse conceito de multiverso, pra quem quer saber, explicará os dois “Esquadrões Suicidas“).  E há mais.  Elas fazem sucesso também com quem não tinha familiaridade com as histórias em quadrinhos. Elas agradam a esse público (o que é fundamental!), mas pra quem é fã, as pistas, os  “easter eggs” que eles põem nos episódios dá um sabor a mais.  Eu vibro igual a um gol quando reconheço um personagem ou quando descubro algo “escondido” (uma coisa boba, mas que me diverte muito, são o logradouros das cidades terem os nomes de argumentistas e desenhistas que deixaram sua marca nos personagens, ponto pros roteiristas das séries!).
A série do Flash é tão boa, que salvou outra série, a do Arqueiro Verde (Arrow), que vinha modorrenta demais, repetitiva, porém os “crossovers” (outro jargão quadrinhístico, que significa quando um personagem “aparece” na revista ou série do outro) com o Corredor Escarlate a tornaram muito mais legal, incentivando os roteiristas do Arqueiro a se superarem.
Esses “crossovers” fizeram tanto sucesso, que os persongens que apareceram nas duas séries e que fizeram enorme sucesso (Como o Élektron, por exemplo. Aliás, Élektron pra quem lia quadrinhos, e Átomo pra quem via os desenhos da Liga da Justiça) ganharão uma nova série.  Canário Negro, Nuclear e outros também aparecerão (aguardando ansiosamente pela versão Lanterna Verde de Guy Gardner!).
E o que falar de Marvel Agents Of SHIELD, onde está tudo conectado?  Aguardem o próximo texto, senhores, no qual falarei também, entre outras coisas, de Heroes, Powers e muito mais!
P.S.: Estou ansiosa para o próximo post!
P.S.2: A pessoa quem escreve o post não é a mesma pessoa quem edita os links. =’.’=

P.S. 3: É a Lali quem edita os links ! Sugiro que você clique nos links. São muito melhores que o texto ! Rsrsrsrsrs

Empingao

chef

Agora é oficial: o famoso sanduíche cubano empingao  fartamente (hummm) retratado no filme Chef, de Jon Favreau pode e deve ser reproduzido em casa, com pequenas adaptações.

Sabem o porquinho show de bola? Então… basta pegar o porquinho, fatiado ou desfiado grosseiramente para utilizar na receita. Faça assim:

Junte a família  para assistir ao filme.
Acabe a sessão de cinema morrreeeennnnndo de fome & vontade de comer o sanduba.

Coloque a chapa pra esquentar.

pão
Parta ao meio pães franceses (um pra cada sanduba) e coloque pra aquecer com um pouquinhozinho de margarina/manteiga/azeite/whatever na parte de dentro, que vai ficar em contato com a chapa.

Enquanto isso, pegue três pedaços de porquinho (podia ser pernil assado, por exemplo), duas fatias de presunto (usamos o de Parma… uhuuulll) e coloque pra esquentar (pode ser na mesma chapa).

presunto
Quando o pão estiver quentinho, tire da chapa e passe uma camada de mostarda de Dijon (usamos com vinho branco, que a Lalí-linda nos deu!!) em um dos lados do pão, de-cabo-a-rabo.

dijon
Em cima da mostarda, coloque o porquinho já chapeado, as fatias de presunto e duas fatias de queijo (usamos da Canastra… hahaha… que maldade),

queijo

[nessa parte entra o picles, que não tinha pra usar na hora, fizemos sem 😦 ] feche o pão, passe um pititico de manteiga – MANTEIGA – do lado de fora do sanduíche e chapeie dos dois lados.
Parta ao meio em diagonal, pra ficar bem bonito e saboreie a maravilha. Melhor sanduba EVER.

empingao

Enjoy!

A Lista de Arya

arya-stark

Como uma Lista de Schindler ao contrário, esta Lista de Arya – personagem de Maisie Williams  em GoT (Game of Thrones) – aqui no Paladares vai des_recomendar os piores filmes que já vimos.

No original, a pequena Arya recita todas as noites sua prece… ou melhor, sua lista, que elenca as pretensas vítimas de sua vingança: homens maus/mulher(es) má(s) (até agora somente Cersei Lannister – Lena Headey).

“Todas as noites, Arya dizia seus nomes, – Sor Gregor – sussurrava para sua almofada de pedra, – Dunsen, Polliver, Chiswyck, Raff, o Querido, Cócegas e Cão de Caça. Sor Amory, Sor Ilyn, Sor Meryn, Rei Joffrey, Rainha Cersei – em Winterfell, Arya rezava com a mãe no septo e com o pai no bosque sagrado, mas não havia deuses na estrada para Harrenhal, e os nomes eram a única oração que se importava de lembrar.”
Valem algumas observações:
1 – O dono do blog escreve o que bem entender;
2 – Gosto não se discute;
3 – Na dúvida, volte à observação nº 1.

Ressalto, também, que muitas vezes gostamos de filmes que os outros odeiam, o que nos faz pensar que aqueles não entenderam a obra… ahhahaha… então, numa simples questão de reciprocidade, pode ser que a gente não goste de algum filme porque não o entendeu… whatever – vide observação nº 2.

Começo a lista de Arya causando confusão e apontado clássicos de vários gêneros:
(lista sem hierarquia – ou: difícil escolher o pior)

Donnie Darko
Scarface
Cidadão Kane
O Homem Duplicado
Oldboy: Dias de Vingança
Gigolô Europeu por Acidente
Minha Vida com Liberace
Os Bons Companheiros

De vez em quando (espero que quase nunca… ) vou atualizar a lista por lembrar de algum filme porcaria ou por ter caído em alguma armadilha cinematográfica.

E vocês, quais filmes odiaram??

Atualização:

Indicações de filmes imperdíveis:

Interestelar

O jogo da Imitação

Mr. Turner

Agora sim… Enjoy!

Filmes que dão fome!!

Vou contar pra vocês desses filmes que é melhor assistir com o estômago forrado e/ou com o lanche à mão.  E essa é uma recomendação que faço após passar apertos fomísticos pós-cinema sem lugar pra comer por causa do horário avançado (pegar última sessão dá nisso…).

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Ratatouille

Acho que todo mundo que gosta de cinema conhece, mas vá lá… A história do ratinho gourmand que se torna chef de cuisine em Paris.  Destaque para as cenas da degustação do queijo com uvas de Remy (Patton Oswalt) e Emille (Peter Sohn), da omelete que Remy faz para Linguini (Lou Romano) e do ratatouille que Remy e Colette (Janeane Garofalo) fazem para Anton Ego (Peter O’Toole), o temido crítico gastronômico.

 

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Julie & Julia

A história real da relação platônica – via blog – de Julie Powell (Amy Adams) com Julia Child (Meryl Streep), a mulher que levou a culinária francesa para os Estados Unidos.  Destacam-se as cenas de aprendizado de Julia Child na Escola Le Cordon Bleu de Paris, a apreciação de Julia pela comida francesa (peixe, pão, manteeeiga, muita manteiga!!) e o exercício diário que fez com que tanto ela e o marido Paul Child (Stanley Tucci) como Julie e o marido Eric Powell (Chris Messina) sofressem do estômago ao experimentar diariamente tantas iguarias.  Amplamente exploradas as cenas de Julie fazendo o Boeuf Bourguignon, Pato desossado envolto em massa e bolo de chocolate (hummmm).  Filme péssimo pra quem tá com fome.

 

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Simplesmente Complicado

Mais uma vez a linda Meryl Streep arrasando na cozinha, dessa vez como a confeiteira, dona de padaria Jane Adler, olha que horror!!  Conta com a participação especialíssima de Alec Baldwin como o ex-marido Jake Adler e o sensacional Steve Martin como o pretendente Adam Schaffer.  Estávamos completamente despreparados para assistir ao filme… nem pipoca!!! Tivemos que aturar Croque Monsieur, sorvete de lavanda, croissant de chocolate.  Terrível!!! Um acinte aos esfomeados…

 

chef

 

Chef

Por esse você provavelmente não esperava.. Carl Casper (Jon Favreau) e Martin (John Leguizamo) arrebentando no food truck junto com o filho lindo de Carl, Percy (Emjay Anthony) após deixarem o restaurante chique de Riva (Dustin Hoffman) onde atuavam como chef e sous chef. Com várias estrelas no elenco (Scarlett Johansson, Sofía VergaraOliver PlattRobert Downey Jr.), o cardápio não deixa por menos, apresentando sanduíches sensacionais de carne de porco marinada e assada por várias horas no melhor estilo cubano.  Destaque para o relacionamento pai & filho de Carl e Percy… muito amor.  Imperdível.

Deu fome?? Corra pra cozinha!!

Enjoy!

Lucy

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Já que eu falei de um livro antigo de ficção científica, vou indicar um filme recente (puro pretexto… hahaha).
Lucy, do cineasta, roteirista, produtor etc. Luc Besson, do qual cito alguns outros filmes que amamos e seus protagonistas:

O Quinto Elemento (1997) –  Leeloo e Korben Dallas (Milla Jovovich e Bruce Willis)
Joana d’Arc (1999) – Milla Jovovich no papel título
Wasabi (2001) – Hubert Fiorentini (Jean Reno)
Cão de Briga (2005) – Danny, Sam e Bart (Jet Li, Morgan Freeman e Bob Hoskins)
Arthur e os Minimoys (2006) – Arthur e Granny (Freddie Highmore e Mia Farrow)
Busca Implacável (2008) – Bryan Mills (Liam Neeson)
Busca Implacável 2 (2012) – Bryan Mills (Liam Neeson)
Busca Implacável 3 (2014) – Bryan Mills (Liam Neeson)

O filme foi lançado em 2014 e logo chamou atenção pela apresentação de Morgan Freeman, protagonista que interpreta o professor Norman, cientista que possui uma teoria sobre o uso da capacidade cerebral e poderá ajudar Lucy (Scarlett Johansson) em sua ‘transformação’. No momento da conversa a jovem já atingiu 28% do uso de seu cérebro, é capaz de controlar o próprio metabolismo, ondas elétricas e magnéticas.

Não vou ficar contando o filme todo, mas vou dar um spoiler especial: é bom pra caramba!!!

Enjoy!

Filmes, séries, programas, livros etc

Vou tentar neste espaço acompanhar nosso consumo de filmes, séries, programas, livros e outros.  Não será tarefa fácil, mas prometo me esforçar ao máximo e não escrever abobrinhas, até porque as abobrinhas ficam pra seção culinário-gastronômica.

Esta seção não pretende seguir tempo cronológico de lançamento, mas oferecer nossas impressões sobre o material que saboreamos… ops… que curtimos nas horas vagas.

Enjoy!