Jessica Jones: Alias (Não confundir com “aliás”!)

O título do post vai te enganar de todas as formas possíveis e por isso vou logo avisando: vou sair do assunto, vou digressionar, vou falar de outras coisas e vou ser redundante (mais do que já estou sendo).  Mas não de propósito.  Assim é o Universo Marvel concebido pelo mestre Stan Lee, tudo interligado, todos convivendo no mesmo tempo e espaço, tudo conectado e complexo (coisa que, com os diversos personagens da editora tendo seus direitos cinematográficos divididos entre alguns estúdios, não ajuda nada).
E, sim, porque não?, falarei da personagem em questão, a tal Jessica Jones do título, até porquê, depois do extraordinário primeiro fruto da parceria entre a Marvel e a Netflix, a série do Demolidor (que, olha só, está conectada ao universo cinematográfico e televisivo da Marvel Studios), esse será o próximo projeto desta promissora parceria. Você escutou alguém sussurrando no seu cérebro “Vingadores“, “Agents of SHIELD“, “Guardiões da Galáxia“, “Homem-Formiga“?  É, meu caro, pode adicionar aí um certo escalador de paredes azul e vermelho, já que a Sony e a Marvel recentemente fizeram um acordo pra introdução do Homem Aranha nesse universo), esse será o próximo seriado da promissora parceria.
Porém, não podemos falar de Jessica Jones sem falar em Brian Michael Bendis.  Guarde esse nome pois ele é o escritor de quadrinhos da Marvel mais importante há muito tempo e há motivos pra isso.  Pra você ter uma ideia da importância do sujeito, ele era parte de uma espécie de “seleto conselho de consultores“, por falta de uma expressão melhor, a quem todos os diretores e roteiristas cinematográficos tinham que consultar antes do filme ser editado e lançado ou mesmo até do roteiro ser aprovado.  Esse “conselho” foi extinto bem recentemente e mandava prender e soltar na Marvel Studios.  Cortavam cenas, acrescentavam, reescreviam e eram responsáveis pela famosa “cronologia” (a continuidade) do Universo Marvel.  Quem é fã da Marvel (no tempo em que comecei a ler, Marvete) sabe que isso é sagrado e que com isso não se brinca.  Mas isso causou muitos atritos com atores e diretores dos filmes e, como já disse, foi extinto.  Eu avisei que ia digressionar.  Brian Michael Bendis era o único roteirista de quadrinhos exclusivo da Marvel a fazer parte desse “conselho”.  Tá bom pra você?
Bendis destacou-se na Image Comics com a sua criação “Powers“, que recentemente virou seriado também (muito bom), aliás, o encadernado “Quem matou a Garota Retrô?“, lançado pela Panini, é uma leitura deliciosa. Ele foi pra Marvel e fez logo um sucesso danado reescrevendo a origem do Homem Aranha na linha Ultimate (uma linha não pertencente ao Universo Marvel Tradicional, que tinha como mote o reinício do Universo Marvel em outra linha temporal. Entendeu, né?).  No Universo Tradicional, fez sucesso escrevendo o Demolidor, que teve sua identidade revelada.  Ganhou moral com o sucesso desse título e, junto com seus superiores, bolou um selo para histórias adultas para a Marvel, nos moldes do selo Vertigo da DC.  A diferença era que as histórias desses títulos eram inseridas no Universo Tradicional e essa foi a grande sacada.  E foi nesse contexto que surgiu Alias (como foi batizada a revista da Jessica Jones).
Eu tô tentando ser concisoSério.  Mas vamos lá… Falei que o título era direcionado para o público adulto, não?  Pois é, as primeiras três palavras da série são palavrões cabeludos e tem a famosa cena de, digamos assim, pra usar um eufemismo bem leve, sexo não tradicional (não precisa botar link, Lali! Rsrsrsr) entre ela e o Luke Cage. Mas estou me adiantando.
Jessica Jones é personagem inserida retroativamente na continuidade, o que chamamos de “retcon“.  Explico.  É uma personagem criada nos anos 2000 mas é como se ela existisse desde o começo.  Entendeu?  Eu sempre entendo.  É uma mulher (dããããã) que tem superpoderes, porém limitadíssimos.  Digamos que ela é mais forte que o normal e, supostamente, pode voar, mas isso é tão instável que ela não se arrisca.  Ela tentou vestir uma fantasia e ser uma Super Heroína (Safira) por um certo período (o que garantiu seu “trânsito” entre a comunidade superheroística, se é que essa palavra existe) mas ela sacou que não era pra ela e então ela se torna uma detetive particular (funda a “empresa” “Codinome Investigações” da qual é dona e única funcionária), fumante e beberrona inveterada e com baixíssima autoestima.  Até aí nada de original, mas o que foi brilhante, foi a inserção de uma personagem dessa, do cotidiano, alguém como alguém que você conhece ou já conheceu, num Universo em que os Super Heróis são coisas comuns.

Isso por si só já seria um diferencial que separa esse título das histórias grandiosas de Super Heróis, com seus monstros, alienígenas e super vilões que querem dominar o mundo, mas em duas coisas é que Bendis demonstra todo o seu brilhantismo: a primeira é o seu conhecimento da intrincadíssima cronologia Marvel e a segunda são os diálogos.  Ah, os diálogos!  São sensacionais no nível Kevin Smith e tornaram-se a característica mais marcante desse sensacional escritor.  A sexta edição, se não me engano, começa com um diálogo entre Jessica e Carol Danvers (a Miss Marvel, dos Vingadores) que é hilário, uma espécie de “fofoca” sobre alguns personagens conhecidos, mas principalmente do supra citado Luke Cage (curiosidade: o ator Nicholas Cage, que é sobrinho de Francis Ford Coppola, adotou seu nome artístico por que é superfã do personagem).  Um dos poucos Super Heróis negros da época, Luke Cage e seu parceiro, o Punho de Ferro, eram chamados de “Heróis de Aluguel” e esse era o nome da firma junto com Misty Knight, ciborgue e namorada do Luke, e com Colleen Wing, detetive e lutadora de artes marciais, namorada do Punho de Ferro.  Aliás Colleen foi namorada de Scott Summers, o Ciclope dos X-Men em um período que Jean Grey estava desaparecida.  (Não falei que era conectado e complicado?).  Enfim, o diálogo dura umas seis páginas e só você lendo pra ver.
E esses diálogos favorecem muito o desenhista.  Michael Gaydos não faz parte dos meus desenhistas favoritos mas reconheço que ele não faz feio.  Porém é o cara perfeito pra série.  Ele é um desenhista “preguiçoso”, então esses diálogos são a ocasião perfeita pra ele repetir os desenhos e até quadros inteiros.  Há algumas sequências em que ele simplesmente aumenta os desenhos de tamanho sob o pretexto de dar “ênfase” a uma cena específica.  É um cara de pau mas funciona muito bem.  Os outros desenhistas da Marvel que ganham por páginas desenhadas devem ficar putos com ele.  Ouso dizer que, sem ele, Alias, não seria a mesma.  Aproveitando que estou falando do quesito arte, as capas são de David Mack e são maravilhosas.  Elas deram identidade à série.
As histórias podem ser lidas por quem não tem conhecimento prévio do Universo Marvel, porém são um deleite pra quem é fã.  Por exemplo, tem uma história em que Jessica é presa e Luke Cage (Ele de novo. Não se preocupe, eles se casam no fim da série) pede que Matt Murdock (Ah, você sabe quem ele é, não sabe ?) seja o advogado dela e quando ele se apresenta, pergunta pra ela se ela é inocente.  Após a resposta (positiva) fica uns quatro quadros iguais do Matt olhando pra ela.  Os entendedores sacarão que Murdock está ouvindo as batidas do coração dela pra descobrir (eu cheguei a digitar “ver”) se ela está mentindo.  Outros momentos imperdíveis: quando ela se finge de homem em um bate papo na internet e marca um encontro com um gay em um bar, como parte de um disfarce em um dos seus casos.  Mais uma vez, os diálogos são impagáveis!  Quem já participou desse tipo de bate-papo (UOL que o diga! Rsrsrsrs) sabe do que estou falando.  E também a história em que J.J. Jameson a contrata pra descobrir a identidade secreta do Homem Aranha. Leia.
Brian Bendis não é um escritor genial nem original, mas ele é mestre.  Seu mérito é pegar conceitos antigos, argumentos mal aproveitados e histórias mal contadas e além de requentá-las, tornar-lás algo muito mais saboroso, pra fazer uma analogia com um dos assuntos preferidos deste blog, que é a culinária.  E, nas devidas proporções, é o que o cinema está fazendo hoje com nossos heróis prediletos. Nós, que crescemos lendo os quadrinhos, consideramos essa a “cronologia” correta, mas esquecemos que o cinema atinge muito mais pessoas e, se você perguntar a elas, elas dirão que isso é que é o correto.  Mas esse é outro assunto, para quem sabe, um outro post.
P.S. da Lalí: Link Bônus (pq eu achei fofo).
P.S. da Lalí 2:  In fact, tenho vários colegas que assistem e gostam muito dos filmes de super heróis mas nunca nem folhearam uma revista nem conhecem as personagens e suas interações.
P.S. da Lalí 3: DeadPool é o superpoderoso mais “gente-como-a-gente” que eu conheço!  Ele frequenta os mesmos eventos que eu e eu já o ví fazendo cosplay de Lampião, ficou ótimo, acho que a fantasia foi feita à mão.

Cervejas: W.W. Mr. Beer e Leute Bokbier

Hoje foi feriado (23/04).  Sem planos.  Descansar.  Ficar de bobeira.  Nada disso!  Hoje Jefferson e Lalí estiveram aqui e teve, adivinha só, música, comida, seriados, comida, bom papo, lembranças, comida, risadas e…tchan, tchan, tchan, tchan: cerveja!  Ou melhor, no plural, cervejas!  É… já tinha ganhado uma na páscoa, que estava guardando – e hoje ganhei mais duas!  Surpresa (provando que não precisa ser data especial para nos presentearmos.  Às vezes, não ganhamos presentes nas datas especiais, mas, como sempre, estou digressionando)!

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Mas, o que eu quero mesmo é falar das cervejas.  Na Páscoa, ganhei uma que a Lalí já estava procurando há muito tempo pra me presentear: A W.W.IMG_20150405_132935084-COLLAGE

Cerveja de edição limitada que é (foi) fabricação própria da  Mr.Beer, uma rede de lojas de cervejas, em parceria com a cervejaria Dortmund, mas o mais legal dessa bebida é que ela é a cerveja do seriado  Breaking Bad e o W.W. do nome vem do protagonista  Walter White (se você não viu o seriado, que, suponho, todos saibam do que se trata, haverá um post sobre o seriado, eu prometo!).  Lalí me contou que era a última do quiosque onde ela foi e a história engraçada é que o cara da loja não sabia o que era.  Enfim, ela pode contar melhor essa passagem, mas o que importa é que eu ganhei e, mais importante ainda, bebi num dia que se mostrou muito especial.

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A cerveja é brasileira, e é uma German Pilsner.  Confuso? German Pilsner é o estilo da cerveja, não quer dizer que ela foi fabricada na Alemanha, ok?  O que não desmerece em nada a cerveja.  Quando você bota ela no copo a coloração se destaca, um amarelo turvo quase alaranjado (do qual se presume a predileção pelo lúpulo na fabricação), com uma espuma simétrica, não muito espessa, mas do tamanho ideal, na minha opinião, para esse estilo de cerveja.

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Espuma da W.W.

O cheiro, Lalí e eu concordamos, é cheiro de cerveja mesmo, o que pra mim é um perfume dos deuses do olimpo.  Ela é muito boa, desce fácil, tem um teor alcoólico relativamente baixo (4,5%), é refrescante e não muito amarga.  Vem na garrafa de 600 ml, então dá pra beber à vontade.

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Mas, o que eu não contei, é que, junto com as cervejas, ganhei de presente “chucrutinhos” de frango! (se você não viu a receita, veja aqui!).  Ou seja, bebi a W.W. acompanhado dos chucrutinhos com mostarda escura do Pavelka, assistindo Primal Fear e The Sopranos. Chaaaattttooo!  Rsrsrsr

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W.W. e Chucrutinhos de Frango

Tenho por costume não beber mais de uma cerveja por dia, mas eu vi uma foto da Leute Bokbier e…não resisti.  Tive que tomar.  Vocês verão pelas fotos do blog e me darão razão.

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Fiquei encantado também pela história da cerveja (a presenteadora pesquisa antes de comprar, viram?  Não é pra qualquer um, não senhor).  A cerveja é belga e é fabricada artesanalmente desde 1927 numa cervejaria-fazenda, no interior do país, em Ertvelde, e o bode do rótulo (outro destaque) faz referência aos caipiras que trabalhavam na produção na fazenda.  A produção foi interrompida por um tempo e retomada recentemente, Graças a Deus!  (Laís, é isso, né?  Se eu tiver errado, por favor, me corrija).

Mas você deve estar se perguntando: as fotos fazem jus ao sabor?  Fazem.  A cerveja é muito boa.  Muito gostosa.  O único defeito é que vem na garrafa de 330 ml.IMG_20150423_174515703

É uma Ale escura, com teor alcoólico de 7,5% (a pesquisadora me contou uma história engraçada, da opinião de um sujeito que disse que ela é muito leve pro teor alcoólico e ele esperava que fosse mais forte.  Isso é defeito?  Pra mim essa é mais uma qualidade, rsrsrs).

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Espuma da Leute Bokbier. Lalí disse que parece de Capuccino.

Já na apresentação é sensacional com sua espuma espessa, amarronzada, cremosa e persistente, daquelas que deixa no bigode e tudo!

Bigode de espuma.
Bigode de espuma.

A cor da cerveja em si é bem densa, um vermelho bem diferente, bem escuro (as fotos são melhores pra isso).  Diferente da W.W., ela dá mais destaque pro malte do que pro lúpulo.  Como falado, ela parece leve, mas é um fator enganador.  Esse sentimento, creio eu, é que, por descer levemente e fácil, você tem essa impressão.  Mas o gosto do álcool fica na garganta por muito tempo depois de você ingeri-la.  Fica aquele gosto seco, indescritível.  A cerveja é sensacional.  Indico!

Mas o que eu também não contei, foi que a Isabela estava inspiradíssima e essa cerveja foi acompanhado de um Queijo-Coalho sensacional! Aliás, teve também bolo de milho, bolo formigueiro, batata calabresa, lasanha etc. mas isso, se vocês forem bonzinhos, ela conta pra vocês em outro post.

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Leute Bokbier e Queijo Coalho

P.S. da Lalí: Eu já havia caçado a W.W. em diversos quiosques da Mr. Beer, e já tinha perdido as esperanças pq no site não havia mais informações sobre ela, que era uma edição limitada. 😦  Então estava com Jeffo e passei em frente a um dos quiosques e ele disse: “tenta, não custa nada”.  Então eu fui ao encontro do que parecia ser o gerente e perguntei se eles tinham a cerveja W.W. /daboiú, daboiú/.  O rapaz me respondeu da seguinte forma: “Não.  Na verdade eu não sei nem dizer que cerveja é essa, desculpe.”, ao que eu expliquei se tratar de uma cerveja de fabricação deles, edição limitada, em homenagem ao seriado Breaking Bad.  Então ele reconheceu e encontrou uma última lá no fundão, sujinha, tadinha… Ele limpou a garrafa, fez um lindo embrulho e eu dei para Papai.  Mas honestidade do rapaz me fez pensar se todas as vezes que eu pedi a cerveja os vendedores, na verdade, não sabiam do que eu estava falando… Será?  Se ele não tivesse dito que não sabia (como os demais fizeram), eu assumiria que havia acabado, e nada de W.W. procêis.

P.S.2 da Lalí: Faltou dizer que a Bokbier é uma cerveja de alta fermentação que é fermentada novamente quando já está engarrafada. 😀

Tomô?  - meu Pai vai me matar por ter feito isso, hhahahahahahaha!
Tomô?
– meu Pai vai me matar por ter feito isso, hhahahahahahaha!

Shameless

shameless
Não nos julguem. Sim, nós assistimos Shameless US. No decorrer desta missiva, vocês entenderão porque a comecei desta maneira. O motivo é que, quem não assiste e só ouviu falar ou apenas leu alguma sinopse, vai ter uma impressão bastante errada da série. Ou nem tanto. Tentarei explicar.
A série é derivada da homônima produzida na Inglaterra (quase homônima, pois, para diferenciá-las, adotou-se o sufixo UK da original britânica, que, dizem, é “mais pesada” que a americana. Difícil acreditar). Trata-se do dia a dia nada da fácil de uma família disfuncional dos subúrbios de Chicago. O pai, Frank Gallagher, é um viciado em drogas e álcool e “outras coisas mais”. Ele foi abandonado pela mulher e deixado sozinho com seus seis filhos (a família é branca e o filho mais novo é negro). Mas ele não cuida deles.
Quem assume essa tarefa é a filha mais velha e batalhadora (mas não livre de defeitos, longe disso !), Fiona (Emmy Rossum). Basicamente esse é o fio condutor da série, que já está na sua quinta temporada. Mas isso é fichinha perto do que acontece nos episódios, cada um mais surpreendente que os outros. Você vê um episódio e pensa consigo mesmo “ah! eles não podem fazer pior que isso”, mas, acredite eles podem.
Os personagens secundários, todos eles com defeitos tão ou mais exacerbados que os dos Gallaghers, dão força à série e servem para que ela fique mais engraçada. Destaque para os vizinhos Kevin e Verônica (Steve Howey e Shanola Hampton) e a personagem Sheila, que tem crise do pânico mas com gostos sexuais pra lá de incomuns. E não é uma série qualquer, pois os personagens são interpretados por gente famosa por outros trabalhos como William H. Macy (de Motoqueiros Selvagens e Sahara) interpretando Frank Gallagher e Joan Cusack (de Escola de Rock e da franquia Toy Story), interpretando Sheila.
Dizer que a série trata de sexo é muito pouco. Ela trata de sexo e seus tabus, como homossexualidade, masoquismo, bondage, incesto, descoberta do corpo etc. (é muito engraçada, por exemplo, a sequência em que Verônica, não conseguindo engravidar de Kevin, pede que o mesmo tente com a mãe dela. Mas isso é só um pequeno exemplo).
Dizer que a série trata de vício também é pouco, pois há vício em drogas, em álcool, em sexo e o que mais você puder imaginar. Ah, e tem também um pouco de rock and roll também. Dizer que um menino de cinco anos de idade consumiu cocaína tá bom pra você saber do que estou falando ? Mas não se preocupe. Foi um acidente, a criança foi pro hospital e…veja a série !
Eu e Isabela começamos a ver sozinhos e depois passamos a ver com a Lali, coisa que relutamos um pouco mas, conseguimos enxergar que o objetivo da série é ser uma comédia e fica de exemplo como não fazer as coisas erradas. Dá pra tirar várias lições e, por exemplo, não seguir a tendência de Fiona de estragar seus relacionamentos afetivos mesmo quando eles tem tudo pra dar certo. O que eu quero dizer é que você vê o episódio e fala consigo mesmo : “ah, eu não vou fazer isso!”. Mas tem que ter discernimento e bom entendimento.
Meu conselho é: veja ! Tire suas conclusões e ria muito das desgraças dos Gallaghers. E não se choque.
P.S. Imperdível também é a esposa brasileira do namorado da Fiona ! Não perca !

Filmes, séries, programas, livros etc

Vou tentar neste espaço acompanhar nosso consumo de filmes, séries, programas, livros e outros.  Não será tarefa fácil, mas prometo me esforçar ao máximo e não escrever abobrinhas, até porque as abobrinhas ficam pra seção culinário-gastronômica.

Esta seção não pretende seguir tempo cronológico de lançamento, mas oferecer nossas impressões sobre o material que saboreamos… ops… que curtimos nas horas vagas.

Enjoy!