A Bravata Weizenbier

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Minha querida Valéria chegou lá em casa como de costume e disse que tinha uma surpresa pra mim.  Quem não ­gosta de surpresas, não é mesmo?  Fique ansioso como uma criança e ela, fazendo aquele costumeiro suspense de quem é portador ­de boas notícias, trouxe-me não uma, mas duas, garrafas da sensacional cerveja artesanal Bravata Weizenbi­er.  Foi um presente da sua amiga, a Luciana, e a cerveja é fabricada artesanalmente pelo marido dela, o Fábio Reis.  Contatos no final do post. ­

Você leu o parágrafo ­anterior, não leu?  Pois bem, se a resposta for positiva, você ­verá que eu já dei um adjetivo para a cerveja.  E qual foi, Hein?  Hein? Acertou em ­cheio e sem colar! Isso mesmo, Sensacional! A cerveja é muito boa, muito mesmo e vale muito a pena. Confesso que tinha um preconceito (bobo, eu diria) com cervejas não filtradas até a Lal­i começar a comprar cerveja pra mim, mas, ­felizmente, percebi que era besteira e a Bravata Weizenbier é um excelente exemplo disso. ­

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Eu as abri pra ver um jogo do Fluminense contra o Santos e, enquanto eu as degustava, o Tricolor vencia.  ­Depois que acabei de ­tomar, bem geladinhas as duas, o Santos virou o jogo.  Mas acho ­que isso não tem muita relação com a cerveja não, acho que é mais porque esse time do Flu é muito ruim e ­me faz passar raiva.  ­Digressionei, vamos ao que interessa.

­Ela vem numa garrafa ­de 600 ml, num rótulo bem bonito de muito ­bom gosto e com todas as informações que você precisa.  Tem 4,5%­ de teor alcoólico, mas parece que é mais, ­e isso, vindo de minha parte, é um tremendo elogio.  Como o nome já entrega, é cerveja de trigo e tem um odor muito gostoso e mais forte que as Weiz­enbiers tradicionais,­ aliás, sua coloração também é de um amarelo mais dourado escuro, mas, com certeza é­ por ela não ser filtrada. ­

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Vale muito a pena experimentar. Você não vai se arrepender!  E aproveito este espaço para agradecer de coração ao Fábio e à Luciana e, como prometi, seguem os contatos para você ­adquiri-la.

Facebook: ­https://www.facebook.­com/bravatacervejarte­sanal/

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O Angra: A Cerveja Angels Cry

O Angra é uma banda de Heavy Metal sensacional, com músicos excepcionais e proficientes em seus seus instrumentos.  É melhor do que 80% (no mínimo) das bandas do estilo e isso não é pouco, pois é uma banda brasileira (e o nosso combalido país não é uma nação “roqueira”, por assim dizer).
Dito isso, tenho que Confessori (Ahahahah, não consegui resistir) que não sou lá muito fã da música da banda, à exceção de algumas poucas canções.  Esse disco, o Angels Cry, é o de estréia da banda e, nele, há o incontestável clássicoCarry On”  que é, desculpe a redundância, uma música sensacional.  Porém algumas coisas me incomodam nesse primeiro trabalho e vou citar algumas delas: as letras do André Matos sofrem de falta de imaginação e da falta de rimas, o que prejudica, na minha modesta opinião, as melodias complexas, porém agradáveis.  Tanto é que a melhor letra do álbum é “Stand Away“, escrita pelo guitarrista Rafael Bittencourt.  Outra coisa que vale a pena citar é o excesso de teclados, e, quando eles dão as caras, são extremamente maçantes, exagerados, com uma sonoridade popanos 80” que não combina com o som do grupo.  O cover de Wuthering Heights da Kate Bush fica aquém do original (que é inatingível) e desnecessário.
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Mas vamos falar da cerveja que é o que interessa!  Essa foi o Jefferson quem me deu e o mínimo que posso dizer é que foi uma excelente escolha e combinou muito bem com o Sanduíche Empingao e as batatas rústicas que a Isabela fez pra acompanharShowzaço de bola!
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Angels Cry com Empingao e Batatas Fritas
É uma Red Ale, de alta fermentação, com teor alcólico de 6,5%, de cor avermelhada (dãããããã).  Ela é bem forte mas desce bem pra caramba, é encorpada e tem bastante espuma, a qual é bem cremosa e agradável.  Ela é adocicada e é equilibrada com o amargor que qualquer cerveja tem (e deve ter, lógico).
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Não é para ser bebida geladíssima e é, como as Bock (que são Lagers, Henrique Lagers), ideal para beber em dias frios.  Porém, como no Rio de Janeiro, cidade onde moro, não existe dia frio há pelo cinco anos, eu a bebi em um dia menos calorento e harmonizou, como eu disse anteriormente, legal legal com o Empingao (não resisto às rimas, ao contrário do André Matos).
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Bom, aproveitem pois vale muito a pena.  E dêem uma chance ao CD também, pode ser que vocês gostemDave Mustaine gostou e chamou o Kiko Loureiro pra ensiná-lo a tocar guitarra lá no Megadeth.
P.S. da Lalí¹: Eu gosto de Wuthering Heights do Angra, e de Carry On, e de Stand Away. 🙂
P.S. da Lalí²: Eu não sei como categorizar este post: seria uma resenha de disco, ou uma resenha de cerveja?  Heheheh!

A Clausthaler Lemon e a Cidade Imperial Helles Munchen

Vocês devem estar curiosos, com uma pulga atrás da orelha.  A pergunta que não quer calar é: Por que ele tá resenhando duas cervejas tão diferentes num único post?  Vou dar algumas respostas e vocês escolhem uma, combinado?
1- Eu tomei as duas no mesmo dia;
2- Não regras neste blog;
3- O post é meu;
4- Porque eu quero;
5- Porque eu posso.
Tá bom pra você?

 

A Clausthaler Lemon

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Não tem jeito melhor de começar a resenha desta cerveja do que recorrendo a um clichê: Não se pode ganhar todas! Mas mesmo assim ainda estamos no lucro, nossa proporção de cervejas boas, ótimas e excelentes dá de lavada! A Lali, quando a escolheu, deixou passar que essa é uma cerveja sem álcool e eu não gosto nem um pouco de cerveja sem álcool.  Na minha modesta opinião um componente de importância fundamental em uma cerveja é sabor que o álcool deixa, é o teor alcoólico.  Sem esse sabor, eu não posso chamar de cerveja. Mas isso é opinião pessoal.
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No caso particular dessa Clausthaler, ainda há um agravante: o sabor de limão é acentuadíssimo, deixando os outros sabores totalmente apagados, ou seja, pra eu não me alongar muito, vou resumir em poucas palavras: parece refrigerante sabor limão.  Não recomendo nem pra quem curte cerveja sem álcool.
Me sentindo um pouco frustrado, fui beber a

 

Helles Munchen, da Cidade Imperial

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Que surpresa!  Que cerveja sensacional!  Essa foi uma cerveja que compramos na nossa última visita à Petrópolis e é fabricada pela Cervejaria Cidade Imperial que fica na própria cidade.  No site da Cervejaria, diz que ela é feita com a água de Petrópolis (sério?  Rsrsrsrs) e com “conceitos da Lei de Pureza Alemã” *, seja lá o que isso for.
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Mas o que importa é que ela é muito gostosa e o prazer de bebê-la foi imenso!  (será que a frustração com a Clausthaler Lemon, teve efeito psicológico no sabor? Vai saber…)
Seu estilo é alemão (Helles, dããããã), com cor amarelo escuro (quase dourado), sem muita espuma.  O sabor é excelente (se você chegou até aqui, você já tinha deduzido, não é mesmo?), leve, não muito amarga e sem muita acidez, dá pra beber várias uma atrás da outra.  Teor alcólico de 5%, você quase não sente o álcool na hora que está bebendo, só depois (fator que é meu preferido, em particular).
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Mas o mais legal dessa cerveja foi que, por sua aparência e seu gosto, você tem a nítida percepção de uma cerveja artesanal, ou seja, “feita em casa“.  Sabe aquela comidinha caseira que tem um sabor especial, por mais que você coma nos mais conceituados restaurantes?  Pois é, analogamente, isso acontece com essa cerveja.
Recomendo muito.  Com certeza tomarei outra(s), quem sabe acompanhado de uma Guioza feita pela Lali (nunca comi, apesar dela ter prometido) ou com o porquinho show de bola da Isabela.  Ótimas pedidas !

 

P.S.: Foi feito tudo num post só pra não falar só de cerveja ruim, né não?!
*Lei de Pureza Alemã, a Reingeitsgebot.  Texto da Wikipedia e o texto do site Brejas.com.br

A Bohemia Jabutipa

Há pouco tempo atrás, aqui neste mesmo blog, falei da lacuna que havia no mercado pros diversos tipos de cerveja que existem no mundo e de que, com o advento da internet, tomamos conhecimento, já que aqui no nosso país o quase monopólio das cervejarias fazia com que elas só fabricassem limitadíssimos tipos.  Então falei dos pequenos produtores que resolveram explorar essa órfã fatia de mercado e citei a Cervejaria Karavelle.
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Eis que, em uma de nossas frequentes visitas à Cidade Imperial (pra quem não sabe, Petrópolis) fui surpreendido com uma IPA, de rótulo muito bonito, com um ingrediente interessante (jabuticaba), chamada Jabutipa. Mas o que mais me surpreendeu foi que essa cerveja é fabricada pela tradicional Bohemia.  Isso mesmo, minha gente!  São as grandes cervejarias, antes tarde do que nunca, tentando também suprir esse lucrativo nicho de mercado (o público que gosta de diversidade), disputando, assim, com as importadas e com as cervejarias de “fundo de quintal” (no caso aqui, uso a expressão “fundo de quintal” num sentido de ser artesanal, ou seja, no bom sentido).
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Mas vamos ao que interessa.  Vale a pena?  Sim, vale.  A cor é sensacional, um alaranjado (característico da IPAs) muito bonito e vívido e com espuma ideal.  No sabor e no cheiro eu não consegui identificar a jabuticaba que eles prometem (deveria ser pelo menos mais forte, já que tem jabuticaba até no nome), mas isso é o de menos, porque a cerveja é deliciosa.
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Ela parece mais leve que as importadas, apesar do teor alcoólico de 6,5%.  Aliás, isso me fez pensar: será que o transporte das cervejas de lá de fora interfere no sabor delas?  Cito como exemplos, e se você ler as resenhas, entenderá do que estou falando, d’A Smashbomb Atomic Ipa, das Flying Monkeys e da Punk IPA Brewdog.  Mas isso são apenas conjecturas de um “provador” amador.
Voltando ao ponto, vamos a um breve resumo: eu prefiro as importadas pois têm um gosto mais marcante, são mais amargas e apesar de algumas terem teor alcoólico menor, deixam mais o gosto de álcool na boca.  Porém, para uma cidade e um país calorento (e bota calorento nisso) como os nossos, acho que essa IPA vai agradar em cheio, pois é refrescante e perceptivelmente leve.  O preço também é uma vantagem (no meu caso, não, porque eu vou comprar mais! Rsrsrs).  Privilégio de quem pode produzir em maior quantidade.  Prove.  Vale muito.  Mas a Jabuticaba… passou longe!
P.S. da Lalí: Eu já acho que jabuticaba não tem mesmo gosto de nada ¬¬

A Karavelle Pilsen Premium

Com o advento da internet e, em consequência disso, do mundo globalizado, tomamos conhecimento de muitas coisas que já existiam, porém, por vários motivos (acredito que o principal deles é a preguiça), não tínhamos acesso, seja por falta de informação ou mesmo por serem fora do alcance financeiro da maioria das pessoas.
Pra um cara da minha idade e das minhas preferências, esses acontecimentos foram, na minha humilde opinião, a descoberta de novos mundos, até mesmo um nova visão da vida a ser vivida. Com a bebida que demos (nós, a humanidade) o nome de cerveja, não foi diferente.  Quando comecei a beber, existia a cerveja clara (que escolhíamos pela preferência da marca) e a cerveja escura (a Caracu, que rendia várias boas – e outras nem tanto – piadas).
Vi que existiam outros tipos, aliás, vários outros, que só existiam no exterior.  E os curiosos, como eu, começaram a experimentar as importadas.
Mas, Graças a Deus, existem visionários que enxergaram essa (enorme) lacuna no mercado e começaram, eles mesmos, a produzir, literalmente, cerveja em seus próprios quintais.  E, uma delas,  a Cervejaria Karavelle.
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Na Páscoa do ano passado eu ganhei vááárias cervejas e dentre elas a Karavelle Pilsen.  Como o nome já entrega, uma Pilsen (do mesmo tipo que as comercializadas nos botecos da vida), clara, com bastante espuma.  Ela é muito superior, muito mais agradável do que as Pilsen de produção em massa que existem no mercado, mas, se for pela quantidade e pelo preço, é melhor você procurar uma Antarctica Original ou mesmo uma Heineken.
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Mas isso é opinião pessoal.  Repito, ela é muito mais saborosa do que as que eu indiquei (inclusive), muito acima do que a média, aliás, mas, diante de todas as outras cervejas que experimentei, todos os os outros tipos com os mais diversos ingredientes e sabores ela me pareceu muito “normal” (sem depreciação, lógico).  Suas características são as mesmas de uma Pilsen de mercado, ou seja, cor clara(embora um pouco mais escura do que as “comuns”, um alaranjado mais bonito), 4,5% de teor alcóolico, etc .
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Mas cerveja boa é cerveja boa, e isso não impediu em nada eu desfrutá-la com prazer. Bem gelada e com tira gostos deliciosos.
Espero que tenha sido claro…Rsrsrsr
P.S.: Claro como Pilsen! =’.’=

O que está por vir !

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Essas eu ganhei na Páscoa do ano passado. Elas vieram dentro de embalagem de ovos de páscoa Ferrero Rocher. Me enganaram mas, convenhamos, adorei a surpresa ! É o que está por vir.

Aguardem !

A DAB Germany Export

Com este post eu fecho uma primeira fase deste blog.  Relembro-lhes: no meu aniversário de 45 anos, ganhei oito cervejas especiais como presente de aniversário (e que presente!) e, justamente esse presente, deu a ideia de produzir este blog com as minhas impressões das cervejas.  Impressões, pois estou longe de ser um especialista e um crítico.  São apenas opiniões pessoais de quem tem prazer em beber cerveja.
Fecho essa primeira fase porque esta é a última das “primeiras oito”, como eu as gosto de chamar.  Ao longo deste período, resenhei outras cervejas que fui ganhando e tomando.  Este blog não tem a pretensão de resenhar cronologicamente nada, aliás, se você acompanha os posts deste espaço verá que tem de tudo um pouco e falamos do que nós temos vontade sem estarmos presos a apenas um tema.  É pra todos os “Diversos Paladares”.
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Mas chega de blá blá blá e vamos à DAB Germany Export.  Se eu não me engano, é uma Pilsen “normal”.  Não sei se “normal” é a palavra, mas a escolhi porque, por causa do estilo, é bem parecida com as cervejas de fabricação em massa que encontramos nos bares da vida, ou seja, é daquelas que você senta na mesa com seus amigos pra beber e jogar conversa fora, toma várias e várias, acompanhadas de petiscos (no caso desta, acompanhado de um provolone à milanesa preparado pela mestra Isabela, que você verá na foto.  Eu estou com cara de bobo na foto, mas é a única que eu tenho, então vai essa mesmo*), e você nem percebe quantas tomou.
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A cerveja, como o nome já entrega, é da DAB, que é uma cervejaria da cidade de Borussia, na Alemanha (ou seria Dortmund?, Eu nunca sei…rsrsrs). Tem teor alcoólico de 5%, sua cor é clara e espuma seguindo as características inerentes ao estilo Pilsen.  Seu sabor é muito melhor que o das outras Pilsen, porém, temos Pilsens muito boas no mercado e não sei lhe dizer se a relação preço/prazer de tomar vale a pena.  Resumindo: se for só um pouquinho mais cara que uma Antarctica Original, tome a DAB. Mesmo sendo na garrafa de 330 ml. Dica de presente: a DAB Original!
Em tempo: Considero fechada uma primeira fase, mas já vai começar a segunda.  Ainda tem muitas cervejas pra resenhar e não vejo a hora de resenhá-las por aqui.  Mas, o problema, creio eu seja o de todos, é muita coisa pra fazer, falar e muito pouco tempo pra parar e relatar.
Saúde !
*Eu ri! (Lalí)
P.S. da Lalí: Borussia é o time de futebol de Dortmund. (Obrigada, intenet, hahahaha)

Cervejas: W.W. Mr. Beer e Leute Bokbier

Hoje foi feriado (23/04).  Sem planos.  Descansar.  Ficar de bobeira.  Nada disso!  Hoje Jefferson e Lalí estiveram aqui e teve, adivinha só, música, comida, seriados, comida, bom papo, lembranças, comida, risadas e…tchan, tchan, tchan, tchan: cerveja!  Ou melhor, no plural, cervejas!  É… já tinha ganhado uma na páscoa, que estava guardando – e hoje ganhei mais duas!  Surpresa (provando que não precisa ser data especial para nos presentearmos.  Às vezes, não ganhamos presentes nas datas especiais, mas, como sempre, estou digressionando)!

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Mas, o que eu quero mesmo é falar das cervejas.  Na Páscoa, ganhei uma que a Lalí já estava procurando há muito tempo pra me presentear: A W.W.IMG_20150405_132935084-COLLAGE

Cerveja de edição limitada que é (foi) fabricação própria da  Mr.Beer, uma rede de lojas de cervejas, em parceria com a cervejaria Dortmund, mas o mais legal dessa bebida é que ela é a cerveja do seriado  Breaking Bad e o W.W. do nome vem do protagonista  Walter White (se você não viu o seriado, que, suponho, todos saibam do que se trata, haverá um post sobre o seriado, eu prometo!).  Lalí me contou que era a última do quiosque onde ela foi e a história engraçada é que o cara da loja não sabia o que era.  Enfim, ela pode contar melhor essa passagem, mas o que importa é que eu ganhei e, mais importante ainda, bebi num dia que se mostrou muito especial.

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A cerveja é brasileira, e é uma German Pilsner.  Confuso? German Pilsner é o estilo da cerveja, não quer dizer que ela foi fabricada na Alemanha, ok?  O que não desmerece em nada a cerveja.  Quando você bota ela no copo a coloração se destaca, um amarelo turvo quase alaranjado (do qual se presume a predileção pelo lúpulo na fabricação), com uma espuma simétrica, não muito espessa, mas do tamanho ideal, na minha opinião, para esse estilo de cerveja.

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Espuma da W.W.

O cheiro, Lalí e eu concordamos, é cheiro de cerveja mesmo, o que pra mim é um perfume dos deuses do olimpo.  Ela é muito boa, desce fácil, tem um teor alcoólico relativamente baixo (4,5%), é refrescante e não muito amarga.  Vem na garrafa de 600 ml, então dá pra beber à vontade.

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Mas, o que eu não contei, é que, junto com as cervejas, ganhei de presente “chucrutinhos” de frango! (se você não viu a receita, veja aqui!).  Ou seja, bebi a W.W. acompanhado dos chucrutinhos com mostarda escura do Pavelka, assistindo Primal Fear e The Sopranos. Chaaaattttooo!  Rsrsrsr

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W.W. e Chucrutinhos de Frango

Tenho por costume não beber mais de uma cerveja por dia, mas eu vi uma foto da Leute Bokbier e…não resisti.  Tive que tomar.  Vocês verão pelas fotos do blog e me darão razão.

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Fiquei encantado também pela história da cerveja (a presenteadora pesquisa antes de comprar, viram?  Não é pra qualquer um, não senhor).  A cerveja é belga e é fabricada artesanalmente desde 1927 numa cervejaria-fazenda, no interior do país, em Ertvelde, e o bode do rótulo (outro destaque) faz referência aos caipiras que trabalhavam na produção na fazenda.  A produção foi interrompida por um tempo e retomada recentemente, Graças a Deus!  (Laís, é isso, né?  Se eu tiver errado, por favor, me corrija).

Mas você deve estar se perguntando: as fotos fazem jus ao sabor?  Fazem.  A cerveja é muito boa.  Muito gostosa.  O único defeito é que vem na garrafa de 330 ml.IMG_20150423_174515703

É uma Ale escura, com teor alcoólico de 7,5% (a pesquisadora me contou uma história engraçada, da opinião de um sujeito que disse que ela é muito leve pro teor alcoólico e ele esperava que fosse mais forte.  Isso é defeito?  Pra mim essa é mais uma qualidade, rsrsrs).

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Espuma da Leute Bokbier. Lalí disse que parece de Capuccino.

Já na apresentação é sensacional com sua espuma espessa, amarronzada, cremosa e persistente, daquelas que deixa no bigode e tudo!

Bigode de espuma.
Bigode de espuma.

A cor da cerveja em si é bem densa, um vermelho bem diferente, bem escuro (as fotos são melhores pra isso).  Diferente da W.W., ela dá mais destaque pro malte do que pro lúpulo.  Como falado, ela parece leve, mas é um fator enganador.  Esse sentimento, creio eu, é que, por descer levemente e fácil, você tem essa impressão.  Mas o gosto do álcool fica na garganta por muito tempo depois de você ingeri-la.  Fica aquele gosto seco, indescritível.  A cerveja é sensacional.  Indico!

Mas o que eu também não contei, foi que a Isabela estava inspiradíssima e essa cerveja foi acompanhado de um Queijo-Coalho sensacional! Aliás, teve também bolo de milho, bolo formigueiro, batata calabresa, lasanha etc. mas isso, se vocês forem bonzinhos, ela conta pra vocês em outro post.

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Leute Bokbier e Queijo Coalho

P.S. da Lalí: Eu já havia caçado a W.W. em diversos quiosques da Mr. Beer, e já tinha perdido as esperanças pq no site não havia mais informações sobre ela, que era uma edição limitada. 😦  Então estava com Jeffo e passei em frente a um dos quiosques e ele disse: “tenta, não custa nada”.  Então eu fui ao encontro do que parecia ser o gerente e perguntei se eles tinham a cerveja W.W. /daboiú, daboiú/.  O rapaz me respondeu da seguinte forma: “Não.  Na verdade eu não sei nem dizer que cerveja é essa, desculpe.”, ao que eu expliquei se tratar de uma cerveja de fabricação deles, edição limitada, em homenagem ao seriado Breaking Bad.  Então ele reconheceu e encontrou uma última lá no fundão, sujinha, tadinha… Ele limpou a garrafa, fez um lindo embrulho e eu dei para Papai.  Mas honestidade do rapaz me fez pensar se todas as vezes que eu pedi a cerveja os vendedores, na verdade, não sabiam do que eu estava falando… Será?  Se ele não tivesse dito que não sabia (como os demais fizeram), eu assumiria que havia acabado, e nada de W.W. procêis.

P.S.2 da Lalí: Faltou dizer que a Bokbier é uma cerveja de alta fermentação que é fermentada novamente quando já está engarrafada. 😀

Tomô?  - meu Pai vai me matar por ter feito isso, hhahahahahahaha!
Tomô?
– meu Pai vai me matar por ter feito isso, hhahahahahahaha!

A Young’s Double Chocolate Stout

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Essa é mais uma da primeira leva de fevereiro de 2014.  Foram duas de chocolate (pra quem acompanha o blog, sabe que comida e cerveja são duas paixões enormes).  A outra, eu comentei aqui, lembram ?
Ao contrário de sua “companheira-de-primeira-leva-de-presentes-cervejísticos”, essa é doce, cremosa e encorpada.  Ah, e tem mais gosto de chocolate, afinal, como o nome bem já diz essa é “Double”.
Cara, falar dessa cerveja é um pouco chover no molhado, por dois motivos :
1 – O seu nome demonstra tudo o que você pode esperar dela, ou seja, já é uma descrição do produto em si (a não ser que você não seja deste planeta e nunca tenha experimentado chocolate nem cerveja) e ela entrega o que promete.
2- A foto fala por si.  Dá uma olhada lá nelas e me diz.  Já voltou?  Então, não é sensacional?  Não parece os Milkshakes da Isabela e da Laís, mas em formato de cerveja ?
Por causa das fotos vou me abster de falar da aparência dela pois fiquei sem palavras, mas, como foto não tem cheiro, posso te dizer que o seu aroma é delicioso com aquela mistura de amargo com doce que você esperava exatamente.
E o sabor não compromete.  Ela é leve, gostosa, desce bem, não é enjoativa e apreciei muito tomá-la bem gelada.  Ela vem da Inglaterra (surpresa!) e tem 5,2 % de teor alcoólico.
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Quer um conselho ? Frite uns croquetinhos/chucrutinhos e aproveite!   (Afinal, diferentemente de Caco Antibes, somo pobres e adoramos comer “cocretes” com cerva)!